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Mais 80 mil euros para outdoors

Foto de António Freitas

A câmara de Tomar assinou mais um contrato para conceção e produção de seis outdoors, desta vez com a empresa Grafisdecor – Publicidade e Decoração, Lda, do Montijo, por 79.950 euros.

Os seis outdoors (12m x 4m) estão colocados no IC9 (sentido Fátima – Tomar), na A13 (sentido Coimbra – Tomar), na A23 (sentido Nascente – Poente e Ponte-Nascente) e na A1 (sentido Sul-Norte e Norte-Sul).

O contrato foi publicado no dia 24 de setembro no portal Base e tem validade de um ano. Já em 2019 a câmara tinha feito um contrato semelhante com outra empresa.

 

Escrita por Redação

Comentários

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  1. Para a promoção da dos monumentos e da cidade já existe uma região de turismo encarregue dessa tarefa…Duplicar a promoção da cidade dessa forma é simplesmente esbanjamento de verbas, sinceramente não consigo perceber o que vai no espaço vazio que estava destinado ao cérebro das pessoas da câmara que contratualizaram estes outdoors. Das duas uma ou isto é uma negociata para trazer vantagens para alguém ou então são mesmo burros para ainda não terem percebido que o que é preciso é encontrar uma maneira de fazer com que os visitantes do convento desçam á cidade e criar condições para “ancorar los” o mais tempo possível… Sendo o convento o quarto monumento de Portugal mais visitado, bastava que 60% dos visitantes descessem á cidade para a dinamizar… Melhor utilizassem os 80 mil euros para acabar com o estado de desmazelo e ervadios que dominam a cidade!

  2. Pois, pois. É preciso é que os turistas apreciadores do património venham até á cidade e comprem bijuterias, talvez feitas na China, bebam umas laranjadas e comam umas bifanas. Se é esse o futuro da economia local…

  3. nem sei o que diga,como o dinheiro não é dos responsáveis da câmara,mas sim dos contribuintes,vai de gastar a balda

  4. Não percebendo eu nada de turismo e do seu marketing, no entanto, não consigo entender esta forma de promover uma cidade.
    Como contribuinte, utilizando uma expressão popular, sinto que me estão a ir literalmente ao bolso, não tenho outra forma de o dizer!
    Parafraseando o “Manuel Tavares”, que me antecedeu no comentário, ou estamos perante uma decisão de um asno, o que não sendo a mais provável também não seria novidade, ou então uma negociata.
    Decidi então pesquisar em fontes quem está por detrás da empresa a quem foi feita a conceção e produção dos seis outdoors, a Grafisdecor – Publicidade e Decoração, Lda, do Montijo, pela módica quantia de 79.950 euros.
    Facilmente cheguei ao seu gerente: RUI PEDRO LIZARDO ROQUE.
    E obviamente quiz saber quem era este senhor. Mas o que encontrei foi muito pior do que aquilo que imaginava: Trata-se de uma militante do PS nomeado pelo primeiro ministro António Costa para adjunto dos assuntos regionais, que declarou uma licenciatura falsa para ocupar o cargo.
    Deixo abaixo o link de um texto onde podem ficar a sabem quem é realmente esta personagem.

    Para quem achar que o executivo da câmara PS de Tomar e o negócio com este senhor são meras coincidências está no bom caminho!

    https://www.facebook.com/CONTENCIOSO2/posts/quem-%C3%A9-rui-roque-de-farras-a-adjunto-de-costarui-pedro-lizardo-roque-foi-nomeado/2943881288972203/

  5. Eu poderia e deveria ter sido mais diligente no sentido de perceber quem está por detrás da empresa Grafisdecor – Publicidade e Decoração, Lda, do Montijo.
    Afinal bastava para tal ter visto quem assinou o contrato em questão publicado com a notícia: por parte do Município de Tomar – ANABELA GASPAR DE FREITAS e pela dita empresa o seu gerente desde 29.08.2019.- RUI PEDRO LIZARDO ROQUE.
    Talvez o meu pensamento estivesse ainda no tempo em que, na política, as coisas se fazia às escondidas, mas afinal passou tudo a fazer-se às descaradas!
    É tempo da oposição na CMT denunciar este tipo de contratos, que estão á vista de todos qual o seu verdadeiro propósito!

  6. Sendo confirmada a informação que antecede, há que dizer que o compadrio está em crescendo.
    Seria só compadrio. Mas não é.
    Em primeiro lugar, há muito mais empresas que podem prestar o serviço em causa. E não foram consultadas. Teriam preços mais baixos? Teriam melhores propostas? NÃO SE SABE. Mas deduz-se que não pertencem a compadres…
    Em segundo lugar, é pratica de compadrio feita por uma entidade publica, a Câmara, com dinheiro publico, que vem dos meus, e dos seus, impostos pagos. Com custo e sacrificio.
    Tudo somado, parece que estamos perante mais uma operação obscena da nossa Câmara Municipal. Ou um negocio de contornos pouco claros…
    Que tem a sua Presidente a Dizer, a Esclarecer, a Informar, a População?
    Nada? Ou palavras formais de circunstancia?
    E a Oposição, toda ela?
    Não se passa nada?
    Ou não existe?

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