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Obras na Várzea Grande já começaram

Com o início da montagem do estaleiro, começou nesta segunda feira, dia 23, a empreitada de requalificação da Várzea Grande, em Tomar, obra que se vai prolongar por um ano.

A câmara entregou a obra à empresa Angulo Recto – Construções, Lda., de Vila Nova de Famalicão, por 2.815.349,40 euros.

Recorde-se que o primeiro concurso desta obra, que tinha um preço base de 2 milhões e meio de euros, ficou deserto, ou seja, não houve qualquer empresa concorrente. Foi necessário a câmara aumentar o prazo da obra e o preço base para 2 milhões e 750 mil euros para que surgissem empresas interessadas.

É uma obra que vai mudar a face daquela zona da cidade. Menos estacionamento, corte de todas as árvores existentes e plantação de novas, criação de ciclovias e percursos pedonais, criação de uma rotunda em frente à estação da CP (estátua), renovação do espaço em frente ao Convento de S. Francisco, paragem de autocarros na zona sul junto ao terminal da rodoviária são algumas das mudanças previstas. Tal como tem sido política da câmara, as estradas vão ficar mais estreitas.

Até agora, a câmara ainda não deu qualquer informação sobre os constrangimentos que a obra vai provocar no trânsito e estacionamento naquela zona.

Escrita por Redação

Comentários

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  1. Veremos como serão tratados todos os que têm que ir trabalhar para fora deste depauperado concelho. Aqueles que fixaram aqui residência e agora para se manter migram diariamente no comboio, deixando o carro na zona em obras de embelezamento para turista ver.

  2. Caro Tomar ah ré,

    tanto os que migram para fora deste depauperado concelho, como aqueles que chegam dos concelhos vizinhos para trabalhar neste e que por trabalharem em zonas de estacionamento reservado, são obrigados a deixar os carros neste estacionamento e deslocarem-se para o local de trabalho, pois caso contrário, os parcos ordenados seriam investidos em estacionamento.

  3. Oportuno sem sombra de dúvida… Feira de Santa Iria mesmo á porta, assim já tem uma desculpa para ir afastando a feira da cidade….
    Oh Thomar que estás tão pobre e a beira do abismo. Volta Gualdim País que estais perdoado…

  4. Para Tomar à ré, Conde da Charola e Patobravo:
    Os vossos comentários têm um mérito. Mostram que em Tomar ainda há malucos como eu que continuam a pensar que comentar notícias ou protestar fora de tempo útil ainda pode servir para alguma coisa. Mas só isso.
    Porque se com tantos problemas pendentes (Museu polinucleado da Levada, Estalagem de Santa Iria, Convento de Santa Iria, SMAS, limpeza urbana, saneamento medíocre, executivo insensato, oposição conivente, assembleia municipal cúmplice, informação tosca, etc. etc. etc.) o rebanho continua a pastar pacatamente, todo contente com as festas, comezainas e outros eventos à borla, os eleitos locais podem dormir descansados.
    Se houvesse compradores, até podiam vender a cidade e o concelho, e fugir com o dinheiro, que ninguém protestava.
    Uma terra de triste gente, que não se recomenda.

    • Têm razão. Mas há limites para a incompetência e o oportunismo militante que desassosegam os ditos “malucos”. De qualquer modo nota-se que esses são cada vez menos e com menos vontade de participar. Veja-se o fim dos debates públicos sobre o futuro de Tomar e o fim de blogues de intervenção. Talvez porque nos cemitérios é feio fazer barulho.

      • Inteiramente de acordo consigo, aproveito para evocar o outro “maluco”, aquele do LIvro do desassossego, que morreu de cirrose alcoólica. O que mostra, penso eu,que a situação não é nova. Tanto no país como na cidade. Quiçá a nossa costela árabe, quem sabe?!?

  5. Cambada de chulos todos não há vergonha na cara acabam com tudo em tomar um lucal ke foi dado aos feirantes até à câmara e os chulos ke lá manda na câmara roubam

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