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Construção do hotel Vila Galé Collection Tomar já começou

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Concluídas as escavações arqueológicas, começaram há poucos dias as obras de construção do hotel Vila Galé Collection, nos antigos Convento de Santa Iria e Colégio Feminino em Tomar.

A área de intervenção e de montagem do estaleiro já está vedada, “roubando” alguns lugares de estacionamento no parque Santa Iria e obrigando ao abate de algumas árvores.

As obras estão a ser executadas pela empresa Anteros Empreitadas – Sociedade de Construções e Obras Públicas, S.A., com sede na cidade de Chaves, e que nesta altura está a recrutar pessoal.

Ali vai surgir uma unidade hoteleira de 4 estrelas, com cerca de 100 quartos, restaurante, bar, Satsanga Spa & Wellness, piscina exterior e um salão de convenções para mais de 200 pessoas, duas salas de reuniões, jardim exterior e estacionamento.

Segundo o grupo Vila Galé, o investimento ronda os 10 milhões de euros e vai criar 36 postos de trabalho.

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Foi em setembro de 2019 que a câmara de Tomar vendeu ao grupo Vila Galé o Convento de Santa Iria e o antigo colégio feminino, junto ao rio Nabão, por 700 mil euros.

Hotel Vila Galé no convento de Santa Iria será dedicado aos Templários

 

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4 comentários

  1. É um excelente equipamento turístico para Tomar. Falta saber qual foi a solução encontrada para o arco de Santa Iria, que pode bem vir a causar polémica.

  2. À semelhança do grupo Pestana, o grupo Vila Galé também tem como práxis a defesa do património. Tanto quanto sei, o futuro hotel irá compreender o sector rebeirinho do convento e a área, agora totalmente a céu aberto do antigo colégio feminino. Se assim for o arco será a ponte que une as duas áreas, pelo que o seu futuro está assegurado.

  3. Tem razão ERICA. Contudo, decerto sem querer, passou ao lado do problema. Acontece.
    Para melhor esclarecimento, a dúvida que avancei tem por base a seguinte problemática: De acordo com as normas internacionais, os hotéis de 4 ou mais estrelas devem estar dotado de corredores duplos em cada andar. Um corredor só para os hóspedes, outro para os empregados, o chamado corredor de serviço. Acontece que o arco de Santa Iria não tem largura suficiente para comportar esses dois corredores obrigatórios. Daí a minha interrogação: Vai ser alargado? Vão sobrepor outro corredor? A DGT local fechou ou vai fechar os olhos, mediante acordo prévio sub-mesa?
    Como é sabido, no tempo do Paiva a Câmara pretendeu vender aquelas mesmas ruínas por, 3,5 milhões de euros. Mais tarde, já com outra maioria, baixaram para 2 milhões, e depois para milhão e meio. Acabaram por vender por apenas 700 mil euros. Uma venda ao desbarato, que se revela agora um excelente negócio para a autarquia, graças ao gabarito internacional da empresa Vila Galé. Noutra ocasião se explicará porquê.

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