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Vandalismo em Tomar (c/ fotos)

Um dos vasos gigantes que ornamentam a fachada da pizaria La Bella, na Corredoura, em Tomar, foi derrubado na noite de sábado para domingo.

Já não é a primeira vez que tal acontece e nem mesmo os cabos que foram colocados para fixar os vasos são suficientes para deter os ímpetos dos vândalos.

Na praça da República foi também derrubado o suporte informativo da câmara.

Foto de Fernando Seixo
bdr

Escrita por Redação

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    • A CPD (comissão proteção dados) não deixa, o gabinete de ética é totalmente contra e os vândalos esfregam as mãos de contentes!

    • Vídeo-vigilância não previne, como a maioria dos lojistas bem o sabe, na melhor das hipóteses permite reagir em tempo real se alguém tiver a observar o que se passa, talvez via altifalante no local ou enviando alguém para o local… mesmo assim na maior parte das vezes não evita nada, por exemplo imaginem que é malta bêbada que se está a borrifar para tudo e todos, nesse caso mesmo que a polícia apareça e detenha a(s) pessoa(s) o estrago já está feito, e a probabilidade de o sistema judicial conseguir que a pessoa deixe de fazer tal futuramente não é lá muito animadora. Já para não falar que para a polícia aparecer é necessário que tenham pessoas e veículos a funcionar e disponíveis para se deslocarem ao local… a CNPD aparentemente é contra muitos dos sistemas de vídeo-vigilância porque eles querem sempre saber quantos elementos adicionais vão estar afectos a tal sistema e à resposta a situações verificadas através do mesmo, porque se é para segurança das pessoas então isso tem de implicar que existem elementos extra, além dos que já existiam para dar resposta às situações identificadas via tal sistema, caso contrário os sistema é apenas para controlar/ vigiar/ espiar e ir ver depois o que aconteceu não servindo o dito propósito de proteger porque só fazem algo muito depois de já ter acontecido alguma coisa.

      Só me parece razoável que o município respeite a privacidade dos seus munícipes e visitantes e aposte por exemplo em sensibilizar a PSP para uma vigilância mais exaustiva (visível e à paisana) para apanhar os ditos infractores (mesmo que depois os tribunais pouco possam fazer para realmente desincentivar a repetição).

      Se a PSP se revelar inútil pode sempre o município criar uma polícia municipal, que pode deter e entregar de imediato à PSP que depois encaminha para o Tribunal.
      Claro que a Polícia Municipal teria de ter uma presença constante ou mesmo permanente nas zonas de vandalismo, para existir alguma hipótese de prevenir e deter tais pessoas.

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