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Mais um ato de vandalismo no centro histórico de Tomar

As plantas que estavam nas floreiras do hotel República, na rua Silva Magalhães, foram arrancadas na última noite de sexta para sábado.

É mais um ato de vandalismo no centro histórico de Tomar que vem suscitar o debate sobre a necessidade de videovigilância nesta zona da cidade. Pelos menos a maior parte dos comerciantes e moradores defende a instalação de câmaras de forma a garantir mais segurança.

No caso da última noite, os autores arrancaram as plantas, espalharam terra ao longo da rua e abandonaram-nas na rua Alexandre Herculano.

2 comentários

  1. Vídeo-vigilância não aumenta a segurança, é apenas uma ferramenta para investigações posteriores. Quem achar o contrário está só a enganar-se. Para aumentar a segurança teriam de contratar novos elementos da PSP só para monitorizar as câmaras em permanência e equipas extra no terreno… não vai acontecer a menos que o Papa católico vá visitar Tomar ou algo parecido.

    1. E nisso os governos não investem, à exceção do Costa e do ex-Cabrita, que ainda metem aí os Geniéres a patrulhar a Praça da República com as lanchas que usam para fazer concorrência à Marinha Portuguesa ou com os super bombeiros “Schweppes” ou “Gipsy Kings” ou lá como lhe chamam.
      Agora investir na PSP e na segurança da população? Está quieto que isso dá despesa!
      Se podiam usar a vídeo-vigilância? Sim, podiam, era uma ferramenta de auxílio.
      A verdade é que é mais provável que o Papa venha visitar Tomar do que haja vídeo-vigilância ou aumento de efetivos da PSP!

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