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Junta urbana restringe ainda mais inscrições para quem quer levar tabuleiro

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Este ano quem quiser levar tabuleiro na festa de julho próximo pela junta urbana de Tomar, tem de estar recenseado na freguesia. Se há quatro anos bastava que um dos elementos do par fosse recenseado em Tomar, agora, nesta segunda fase das inscrições, exige-se que os dois elementos o sejam.

“As coisas que fazem para reduzir drasticamente a presença de pessoas na festa! Acho inadmissível ambos termos moradas em Tomar e não podermos ir juntos!!!! Desde 2011 e nunca antes aconteceu é triste! Fico triste a Festa do Povo para o Povo estar a ficar nestes moldes! Será o primeiro ano que não conseguirei ir! ”, critica Diana Margarida num comentário no Facebook.

A partir de 28 de janeiro abrem as inscrições na junta para quem quiser levar tabuleiro na festa. “Os dois elementos têm que estar obrigatoriamente recenseados nesta Freguesia”, lê-se no aviso.

As mulheres que transportam o tabuleiro têm de ter idades compreendidas entre os 18 e os 60 anos. Também aqui houve uma alteração. Há quatro anos aceitava-se quem tivesse até 65 anos.

Na primeira fase, em novembro, inscreveram-se 100 pares que vão elaborar o seu próprio tabuleiro. Nesta fase, os tabuleiros são fornecidos pela junta.

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A junta urbana deverá participar na festa de 2023 (cortejo principal a 9 de julho) com cerca de 300 tabuleiros.

Noutras freguesias também já há data para as inscrições:







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1 comentário

  1. Admito que tenha de haver um tecto para o número de pares inscrito. Se por um lado parece injusto para quem tem vontade de participar não poder ser incluído, por outro lado revela pujança e forte vontade por parte dos tomarenses em abraçarem de alma e coração a Festa dos Tabuleiros. Quem tem poder tem de tomar decisões impopulares quanto à dimensão do cortejo, porque o espaço é finito e não pode comportar um número exagerado de participantes.
    No entanto, agora põe-se outra questão : a organização vai também tomar medidas quanto ao número de pessoas que irão participar no desfile, dentro do cortejo, muitos das quais, conforme muita gente sabe, são amigos, amigas e amigalhaços dos bem-postos cá da terra, disfarçados de fotógrafos e demais “especialidades”, que em alguns casos no passado entupiram de tal forma o cortejo que mal se viam os tabuleiros, chegando até a provocar a queda de alguns?
    Será também que a organização vai fazer incidir a sua atenção e rigor sobre os fatos apresentados pelos pares? É que em festas anteriores cheguei a ver raparigas que por pouco não se apresentaram de mini-saia, e algumas a exibirem o ouro da família como se isto se tratasse da festa de Viana do Castelo! Houve anos de verdadeira bagunça. Ainda me lembro de ver a Olga Cardoso desfilar no meio do cortejo a dançar o vira do minho.
    Que me perdoe o actual elenco, mas até prova em contrário, as melhores edições da festa foram as que tiveram como mordomo o sr. João Victal.
    Acho bem que esta organização seja exigente, mas que corte a direito se tiver de o fazer. Só assim terá credibilidade…

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