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Escola Infante D. Henrique vai fechar

Prepara-se uma polémica mudança nas escolas do ensino básico em Tomar. O vereador da educação, Hugo Cristóvão, e o diretor do agrupamento Templários, Paulo Macedo, decidiram encerrar a escola Infante D. Henrique e transferir os alunos para a escola Gualdim Pais e os alunos desta escola vão ser transferidos para a escola Santa Iria e eventualmente para a escola Jácome Ratton, mudança que vai acontecer já no início do próximo ano letivo.

A decisão apanhou de surpresa os diretores destas escolas e as associações de pais, que já se desdobram em reuniões para tentar perceber o que se está a passar e avaliar as consequências destas mudanças decididas no segredo dos deuses e que estão a causar grande desconforto.

A associação de pais da escola Gualdim Pais já convocou uma assembleia geral para sexta feira, dia 26, pelas 21 horas, com um único ponto na ordem de trabalhos: “reorganização da rede escolar: futuro da escola básica dos 2° e 3° ciclos de Gualdim Pais”.

Os pais dos alunos da escola Infante D. Henrique também vão reunir esta semana.

Escrita por Redação

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  1. Interessante 🤔… ou no mínimo, estranho…
    Não tinha noção de que bastava um vereador e um director de um agrupamento de escolas para decidir o futuro de centenas de pessoas ( alunos, pais, professores, fincionarios)

    • Não se está mesmo a ver?! Melhor utilização dos recursos disponíveis, que são cada vez menos. Redução de despesas com pessoal, designadamente.
      É assim, ou então terão de aumentar os já pouco comportáveis impostos.
      Só os eleitores tomarenses continuam convencidos de que o Estado pode pagar tudo, e a deixar que os outros resolvam os seus problemas.
      Por isso a situação económico-social é cada vez mais brilhante nas margens nabantinas. Mas as festas continuam!
      Continuem assim que vão bem encaminhados.

  2. Percebe-se a estranheza do autor do comentário anterior mas a descentralização é assim, na prática. Pela amostra, tirem-se conclusões sobre como funcionará o País se avançar a apregoada descentralização.

  3. Algo muito estranho nesta notícia. A decisão vem de quem? O vereador e o director decidiram. Mas depois dizem que os directores foram apanhados de surpresa mas só existe um diretor e na escola existem coordenadores de escola.

  4. Pois é, ficaram todos um bocado assarapantados com a notícia, não foi?
    Tenham paciência e habituem-se a ler. A compulsar informação. A acreditar nos factos. Deixem-se de teimosias. Julgavam que a tão apregoada decadência local, a cidade e o concelho a mirrarem a olhos vistos, era só conversa? Pois agora “alimpem-se”.
    Os dois anunciados coveiros da Básica Infante D. Henrique são afinal dois professores. O vereador é também quadro influente do PS. O diretor é deputado municipal e quadro do PCP.
    E agora? Acusar quem? De quê?

  5. Pessoalmente não compreendo a necessidade de existirem tantas escolas.
    Deve existir certamente algum motivo perfeitamente razoável, mas para mim só existiam no máximo três públicas, uma para as crianças até aos 5/ 6 anos, outra para crianças até aos 13/ 14 anos e depois outra para todas as restantes idades.
    Eventualmente todas próximas umas das outras para se ter os meios todos ali disponíveis para partilhar entre todas como um posto de emergência com médico e enfermeiro em permanência e ambos com cursos de socorrismo avançado renovado todos os anos (que estas profissões não obrigam por mais esquisito que pareça), e polícia em permanência.

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