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Câmara abate e substitui uma dezena de árvores

Na av. Marquês de Tomar, a câmara abateu nesta quarta feira, dia 27, cerca de uma dezena de árvores, com o argumento de que estavam secas ou doentes.

A câmara vai plantar novas árvores nesta zona em frente aos correios.

Para esta operação foi necessário proibir o estacionamento e a circulação no troço da av. Marquês de Tomar entre a interseção com a rua Sacadura Cabral e a interseção com a rua Alexandre Herculano.

Escrita por Redação

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  1. As árvores estavam mesmo em mau estado, como se podia ver observando com cuidado. O mesmo acontece com as da avenida Talon e as da rua Lopo dias de Sousa. Padecem todas de dois males diferentes. Um é a má escolha. Plantar tílias, que são árvores dos climas frios do norte da Europa, em locais onde os troncos estejam expostos aos raios solares a maior parte do dia, é uma asneira das grandes. Tanto na dita avenida como na citada rua se podem ver os efeitos dessa asneira. Regra geral a casca dos troncos ardeu e caiu, sempre do mesmo lado, o do sol.
    A outra mazela, que atingiu algumas árvores frente aos correios e noutros locais da cidade, é o gesto generoso de algumas mulheres da limpeza, que julgando cuidar das árvores, vão lá despejando baldes de águas sujas com lexívia ou produtos amoniacais. Assim como quem aferecesse a uma pessoa um copito de água com ácido sulfúrico.

  2. Não acho que se deve criticar a edilidade por “tudo e por nada”. Nos últimos anos, só porque fazem uma poda, aqui d’el rei que é uma tentado á cidade e à natureza.
    Mas deve-se dizer mal e criticar, com fundamento e critério, quando há motivos para isso e, sobretudo e se possível, sugerindo que se faça melhor e como.
    Mas antes ainda de dizer ao que venho, convém frisar que acho que, tando do lado da câmara, como do lado da chamada “opinião pública” e publicada há um desnorte, incompetência e incultura relativamente a estas coisas da natureza e do verde.
    Aquilo que a câmara fez foi de facto muito mal feito. é um atentado estético, à natureza e ao bem-estar dos tomarenses que nem eles têm consciência. Mas, sublinhe-se, que tem antecedentes.
    O que a câmara deveria fazer (ou ter feito) era ir gerindo com atenção e parcimónia o parque de árvores – algumas muito bonitas – que a cidade tem, cuidar delas e substituir, caso a caso, as que se tornar necessário substituir. Mas NUNCA A RAZIA que acabaram de fazer. Agora há que esperar anos, sem verde e sem sombra para que se volte a estar com agrado por aquelas bandas.
    Na rua Cavaleiros de Cristo, por exemplo, há la um senhor rabugento e idoso que, lá porque lhe caiam algumas folhas na varanda, insistiu com os trabalhadores da câmara para que, em vez de uma poda de manutenção, como pertencia e estavam a fazer, cortassem uma árvore antiga pela raiz. E eles cortaram! E a câmara, em vez de recolocar lá duas, numa política de embelezamento e até de sombreamento da cidade, fica-se impávida e parva demonstrando à saciedade e às gerações futuras que não têm a mínima ideia do que é suposto fazerem, excepto “estar lá”.
    Ainda ninguém percebeu que esta cidade, assim bonita e agradável como ainda é a alguns turistas também acham, é somente fruto de uma herança e de vários acasos? Mas nunca da competência ou do acaso dos que por cá mandam.

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