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Agrupamento de escolas Templários: Paulo Macedo reeleito como diretor

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O Conselho Geral do agrupamento de escolas Templários, em Tomar, elegeu Paulo Macedo para diretor do agrupamento para mais um mandato de quatro anos.

Conforme noticiámos aqui, na corrida estavam dois candidatos: o atual diretor, Paulo Macedo, e Lina Serra, professora no agrupamento, ex-diretora da escola Gualdim Pais e atualmente destacada na Direção Geral de Educação.

Na hora da votação, Paulo Macedo recolheu 12 votos e Lina Serra, oito.

 

Escrita por Redação

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Comentários

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  1. Parabéns aos candidatos que mostraram ser um agrupamento vivo e não bolorento ao estilo união nacional do antigamente. Ao dr. Macedo votos de felicidades até por ser um dirigente pouco dado a comédias e não a quem tudo serve para aparecer nos jornais.

  2. Parabéns, professor Paulo Macedo pela reeleição para o cargo de Diretor do Agrupamento Escolar Templários. Apesar da campanha desonesta, rasteira de baixo nível, arquitetada pelo presidente do Conselho Geral.
    Parabéns aos 12 membros do Conselho Geral que não se deixaram manipular e votaram pela continuidade de um projeto honesto e de um HOMEM que é reconhecido por toda comunidade escolar, pela sua capacidade de organização, honestidade e preocupação com todos os alunos, com grande relevância para os mais necessitados.
    O senhor Diretor, tem que escolher uma equipe, honesta e leal, que lhe permita fazer um bom trabalho e tenha muito cuidado com os traidores.
    Senhor Presidente do conselho geral, ficou aqui bem patente, que a maioria dos elementos do conselho não confiam no Presidente. Carlos Ribeiro faça um favor a toda a comunidade escolar demita-se do cargo.
    Bem haja, Prof Paulo Macedo pelo ser humano que é. São pessoas da sua dimensão que dão esperança, para alimentar-mos, que no futuro, exista uma sociedade mais justa e menos corrupta.

  3. Ao prof. Paulo Macedo só podemos dar os parabéns e felicitá-lo.
    Mas devo dizer que deve estar grato somos todos nós, tomarenses, por na nossa terra haver uma pessoa com o perfil e a dedicação à causa pública que, sabemo-lo bem, o prof Macedo tem mostrado.
    Mas eu pretendo mostrar um pouco mais.
    A competência, a verticalidade, o empenho e a dedicação quase silenciosos e sem alarde que, sabem alguns, caracteriza o prof. Macedo, estarão no fundamento da sua reeleição. Mas, prof., parece-me agora pouco. É preciso que, mesmo em escolas de tenra idade, se aprenda o sentido e a prática da vida democrática.
    É importante que os nossos jovens percebam, logo daí, o que é ser eleito – por exemplo delegado de turma -, o que é ser representante (saber que um eleito representante não está de modo próprio, mas enquanto portador de u uma vontade colectiva que soube apreender; é importante saber o que é um programa que vincula eleitoralmente… enfim, é tanta coisa que, se for bem ensinada dará seguramente frutos na nossa sociedade.
    No vosso caso em particular, dos directores de escola, bastaria tentar cumprir o que já é previsto legalmente, para que a eleição dos directores adquirisse mais dignidade e visibilidade social.
    Teria sido importante que um texto de candidatura fosse divulgado à comunidade. Que todos soubéssemos qual o entendimento que serviu de base a cada candidatura, o que se propõem fazer. Até porque é muito mais digno, em minha opinião, ser derrotado coa um bom programa do que ganhar com um projecto de mediocridade e popularidade.
    À senhora que perdeu, também, não posso deixar de dar os meus parabéns. Mas só por se ter candidatado. Terá perdido, em meu entender, porque se apresentou com o que supunha ser um trunfo maior, o seu curriculum burocrático, quando na verdade o que os eleitores valorizaram foi mesmo as provas dadas em termos de competência e dedicação ao ensino público.
    Mas o maior significado da eleição do prof. Macedo prende-se com a “eleição” que decorre na escola ao lado. Naquela escola, o tal jardim da Celeste, entende-se que a participação democrática é uma coisa muito má porque as pessoas “dizem mal”. Então, desde a direcção da Associação de Pais, à escolha por cooptação dos alunos para o Conselho Geral, até mesmo à escolha das entidades externas que façam parte desse órgão, tudo é controladíssimo na sombra, sem qualquer laivo ou atrevimento de democracia ou participação, para que tudo corra sempre pelo melhor.
    Como tenho dito, é Salazarismo do mais autêntico. Chego a pensar que não é por mal. Elas até acham que estão a fazer bem. São é uma bocadinho limitadas.

  4. Ao Tomar na Rede, lembro, uma vez mais, que a senhora professora Lina Serra Nunca foi diretora do Agrupamento de Escolas Gualdim Pais, foi apenas Coordenadora de Estabelecimento dessa escola durante dois anos, o que não é de todo a mesma coisa.
    Agora falando do concurso a diretor do Agrupamento de Escolas Templários.
    A candidata que perdeu enviou uma triste mensagem ao candidato vencedor (cf Tomar na Rede no Facebook). Que feio!
    A senhora professora queixa-se de ter sido vítima de “jogo sujo”, isso não sei, pois não conheço as movimentações internas e externas do conselho geral do Agrupamento de Escolas Templários. O que eu sei, e disso não tenho dúvidas, é que a senhora se auto prejudicou, foi vítima das suas próprias atitudes por cá durante os últimos anos. Lá diz o ditado “as ações ficam com quem as pratica” e “quem semeia ventos, colhe tempestades”. Pois é, o povo TEM memória.
    Quanto ao resto, o importante não é fazer cursos e mais cursos para acrescentar páginas ao currículo, acima de tudo, é necessário apostar no Relacionamento Interpessoal e na Gestão de Pessoas, sobretudo para quem tem pretensões a ocupar quaisquer cargos de liderança.
    Não tenho capacidade para adivinhar o futuro, mas acho que o melhor seria a senhora professora arranjar mais uma mobilidade para Lisboa e permanecer por lá, se é isso que atualmente a faz Feliz.

  5. Jogo sujo não se refere ao Conselho Geral, orgão soberano e ao qual se deve respeito! Refere-se à necessidade de ser enviada uma carta anónima dirigida ao conselho geral, e outros assuntos, que melhor do que eu sabe!

  6. “Jogo sujo” não me referi ao procedimento do Conselho Geral, Orgão Soberano e que merece todo o Respeito. Referia-me apenas à necessidade que alguém teve em escrever uma carta anónima e outras ocorrências, que melhor do que eu sabe que aconteceram!
    Atentamente,
    Lina Serra, Ex-Coordenadora da Escola Gualdim Pais

  7. A exposição em “Praça Pública” de um processo que se quer transparente, mas antes de mais, do domínio profissional e administrativo, é a face do que nunca poderia acontecer. Demos-lhe a dignidade que o processo merece ter.
    A eleição/nomeação de um diretor(a) de escola não é um ato político em relação ao qual todo o “povo” tenha direito de se manifestar e muito menos, denegrir a imagem de qualquer um dos candidatos que teve a coragem de se submeter a um ato eleitoral no âmbito do qual submeteu um currículo e um projeto de intervenção.
    A eleição de um diretor(a) de escola é um ato técnico-pedagógico sobre o qual são chamados a pronunciar-se os elementos da comunidade educativa representados no Conselho Geral e devidamente sufragados. Esta situação que se tem passado nos dois Agrupamentos de Escolas desta cidade, só vem reforçar a necessidade de se repensar o processo que conduz à eleição/nomeação do melhor profissional que deverá assumir a prestação de um serviço aos alunos e não a outros possíveis interesses.
    A educação em Portugal merece mais respeito. O processo que se quer que seja transparente e não ao sabor de possíveis manipulações de opinião, que, ao que vejo, em nada se baseiam na competência para o exercício do cargo (processo da responsabilidade de profissionais de educação, porque é disso que se trata) e de outros que nem por isso o são, mas tão só opinativos, emitindo a sua opinião e os seus gostos baseados em critérios abstratos, não objetivos e imaginando o que poderia ser. Gosto, não gosto, os olhos e o cabelo, é boa pessoa, é simpático (a), é ditador(a) (o quer que isso signifique), etc. Faz-me o jeito, não cede aos meus pedidos, não é permissivo(a) em relação ao que costumo querer fazer …
    Efetivamente, todos os candidatos aos processos eleitorais estão de Parabéns. Acreditaram nos seus projetos e submeteram-se a um processo que se quer democrático.
    Dever-se-ia ainda, relembrar que o exercício de coação e o denegrir do bom nome é crime. Vejam-se as considerações feitas acerca da candidata a diretora do AE S.M.O. Serão alunos com processos disciplinares quem anda a “lavar” as suas frustrações?
    Penso que a Inspeção Geral de Educação e a Direção-Geral de Administração Escolar deveriam ser postas a par de tudo o que, a este respeito, tem acontecido nesta cidade.
    O que é da escola é na escola que tem que ser tratado e nunca em “Praça Pública”. Para bem dos nossos alunos, professores, pessoal não docente e dos diretores eleitos.
    Aos eleitos meus parabéns e os votos dos maiores sucessos pois percebe-se por aqui, que a sua missão não vai ser fácil.
    PS: Seria interessante que os opinativos tirassem a sua máscara e assumissem a sua opinião e a sua identidade.

  8. AOGP Desde que li o que escreveram da nossa excelente COORDENADORA fiquei doente. De certeza que quem tem esta ideia, não conhece a humanidade e a competência desta MULHER. Até dinheiro do bolso dela me deu para ir a uma consulta médica há muitos anos. Vi eu com os meus olhos pagar do cartão dela pequenos almoços e material a alunos necessitados que nem do subsidio a família trata. Desculpe Senhora Professora por eu não escrever o meu nome. Mas depois do que tenho ouvido no agrupamento tenho medo. Muita Saúde e que a vida a recompense, talvez já a tenha recompensado por não a quererem cá.

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