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O martírio das obras a passo de caracol na av. D. Nuno Álvares Pereira

Fotos de Anabela César

Uma moradora da av. D. Nuno Álvares Pereira em Tomar enviou-nos um texto no qual dá conta da sua indignação pelo arrastar da obra, sem prazos para conclusão à vista, e pelos prejuízos provocados a quem ali reside:

 

“Como moradora da Av. D. Nuno Álvares Pereira, e consequentemente uma das principais lesadas com o assunto, penso que há uma pergunta que se impõe de momento: “Quantos 8 meses vão demorar as obras da Avenida principal de entrada de Tomar?” Todos os dias tenho a esperança de ver a obra avançar claramente, mas não acontece!

Para uma obra que supostamente teria a duração de 8 meses, era previsível que já estivesse a chegar ao cruzamento dos semáforos que dão acesso à ponte do Flecheiro… No entanto, ainda vão sensivelmente à frente das bombas de combustíveis da Cepsa…

Também não é fácil agilizar uma obra desta dimensão, com uma, por vezes duas máquinas a trabalhar diariamente, e meia dúzia de homens que não fazem mais que um turno de sete horas.

Na minha opinião, uma obra que condiciona em muito a imagem da entrada da cidade e o conforto dos moradores, deveria ser reforçada em recursos tornando-a assim mais “suportável”.

Quiseram, no entanto, fazer “o jeitinho” aos automobilistas, pois era muito chato ir dar a volta pela rua paralela à estação e ter de passar por várias lombas que danificam os carros. Por isso, abriram ao trânsito a rua da própria obra, sem um piso em condições, e são os carros dos moradores que “se lixam” com a conversa.

Apesar de tudo, tenho a esperança que, no final desta obra, a Câmara Municipal de Tomar se prontifique a falar com os moradores, e se disponha a pagar os danos nos carros causados pelas pedradas e pelo pó diário, bem como isente os moradores do pagamento do IMI nesse ano! Seria sensato, mas obviamente uma grande ilusão!!!”

Inês Cúrdia

Escrita por Redação

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