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Morreu primeiro presidente da extinta Região de Turismo dos Templários

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Morreu nesta sexta feira, dia 14, Duarte Nuno da Silva e Correia de Vasconcelos, antigo vereador na câmara de Tomar e primeiro presidente da extinta Região de Turismo dos Templários, Floresta Central e Albufeira.

Tinha cerca de 70 anos e morreu vítima de cancro, em Lisboa.

Eleito através da Aliança Democrática (coligação entre PSD e CDS) no final dos anos 70 e início dos anos 80, Duarte Nuno foi vereador da cultura e do turismo, na altura sob a presidência de Amândio Murta. Nesta qualidade criou o boletim cultural, cujo primeiro número foi lançado em 1981.

Nessa década chegou a ser deputado na Assembleia da República e na assembleia municipal de Tomar.

Em meados dos anos 80 ajudou a fundar a região de turismo que teve sede no edifício à entrada da Corredoura, abrangendo os concelhos de Tomar, Oleiros, Ferreira do Zêzere, Vila Nova da Barquinha, Vila de Rei, Abrantes, Entroncamento, Torres Novas, Sardoal, Mação, Sertã, Proença-A-Nova.

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Depois dessa presidência dedicou-se à atividade empresarial sendo consultor da GIBB Portugal, adquirida em 2011 pela Finertec, onde trabalhou Miguel Relvas.

Sem filhos, Duarte Nuno era natural de Marco de Canavezes, onde deverão decorrer as cerimónias fúnebres, ainda sem data marcada.

À família apresentamos sentidas condolências.

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2 comentários

  1. Essas “Regiões de Turismo”, exceptuando o tacho de quem lá está, fazem concretamente alguma coisa?
    Não é para uma espécie de coisa dessas que essa presidenta vai?
    Como esses órgãos são mesmo inúteis, talvez, ao fim e ao cabo, seja mesmo a pessoa certa para o lugar.

  2. A. Samora tem toda a razão no que escreve. Para que servem as regiões de turismo senão para assegurar tachos bem remunerados a borlistas da sociedade, gente que nunca fez nada de útil na vida? Se a senhora presidenta a quem se refere quisesse trabalhar, ter-se-ia deixado ficar pelo centro de emprego onde foi funcionária.
    O turismo, tal como o entendemos, deve tudo à acção dos empresários que apostam na hotelaria e na restauração, assumindo todos os riscos que qualquer actividade comporta no seu arranque. Se os autarcas entendem que por passarem licenças de exploração são eles os verdadeiros promotores do turismo, não passam de demagogos.

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