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Tomarense faz a EN2 (750 kms) a pé

Goncalo Bernardino

A Estrada Nacional 2 é a maior estrada portuguesa, cruzando o nosso território de norte a sul. São cerca de 750 kms entre Chaves e Faro.

Para o tomarense Gonçalo Bernardino estas foram umas férias diferentes. Aos 42 anos, Gonçalo, trabalhador da ferrovia, natural de Delongo, Tomar, e residente em Lisboa, decidiu percorrer os cerca de 750 kms da EN2 a pé.

Partiu a 18 de setembro, de Vila Verde da Raia (10km a norte de Chaves) e espera que a sua aventura termine a 11 ou 12 de outubro, em Faro, na praia.

 

EN 2 a pé

 

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Escrita por Redação

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Comentários

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  1. Obrigado Gonçalo!
    Excelente exemplo para os nossos conterrâneos. Sobretudo para os mais novos.
    Habituá-los a caminhar, para se porem a andar daqui para fora.
    Quanto mais depressa melhor para eles.

  2. Mostra bem o que você gosta da sua terra, velho do restelo. Porque não se vai você embora primeiro?

    • Um bacoco nabantinoide em todo o seu esplendor.
      Quem lhe disse que não me fui embora há já muito tempo? Quem lhe garantiu que comentei e comento a partir desta cova chamada Tomar?
      “Velho do restelo”? Olhe-se ao espelho lá de casa (se tiver) reles criatura. A julgar pelo teor do seu tosco comentário, nem você sabe o que seja um “velho do Restelo”, (expressão que deve ter lido num mural que havia, e se calhar ainda há entre o rio o campo de jogos), nem eu tenho ainda idade para isso.
      O mesmo comentário mostra também (e de que maneira!) como funciona a tola de boa parte dos nabâncios. Infelizmente para todos, incluindo eles próprios. Pena que nem sejam capazes de se dar conta.

      • Lá está você, Rebelo, a destilar ódio a torto e a direito. Porque é que não faz um favor a Tomar e desaparece de vez, como o velhote de Azeitão. De certeza que faria muita gente feliz. Arre que você é mesmo um emplastro!!!

        • Você é realmente do mais obstinado que há. O que não me surpreende. Ainda estou para conhecer a primeira pessoa lorpa que não seja também obstinada. Teimosa como os burros, na feliz expressão popular.
          É dos livros que qualquer microcosmo em crise tem absoluta necessidade de arranjar um bode expiatório. Vai daí, a braços com problemas bem maiores, a sua cabecita tacanha resolveu cismar que é tudo obra e culpa do nome que menciona mais acima, e que você realmente detesta mesmo até à náusea. Mas a coberto do anonimato, porque a sua cobardia não dá para mais. Assim poderá continuar a apresentar-se na urbe como um impoluto democrata, ardente defensor da liberdade de opinião.
          Procure ser feliz se puder, mas seria conveniente que conseguisse encarar as coisas como elas são, em vez de procurar atirar as culpas para cima de quem não tem nada que ver com o assunto.

          • Igual a si próprio. Basta alguém pôr um dedito na ferida e vossemecê salta que nem uma batata frita. Até dá gosto imaginá-lo a espumar de raiva contida quando lhe arranham o ego. É quão profícuo voxelência é a adjectivar os seus inimigos. Um labrego como você a pretender ser mais que os outros. Um passeado de livros, armado ao pingarelho…

  3. Pois é, desta vez tardou um pouco mais a responder. 12 horas é muito tempo. Nota-se que começa a faltar-lhe corda, mesmo insistindo em repetir as batidas frases feitas do costume. A lata e a evidente falta de tino é que continuam na mesma.
    Diz o pior dos contraditores, e depois acusa-os de espalharem ódio e injúrias. Tudo bem ponderado, você não passa afinal de um pretensioso e oco saco de contradições. Condena nos outros aquilo que, mal e porcamente, vai praticando sempre que pode, cuidando que os leitores são todos parvos.
    Agravando a situação, e de que maneira, atribui aos outros atitudes que se percebe serem as suas. Tipo “espumar de raiva contida”, “salta como uma batata frita” e outras delícias do mesmo estilo. Tudo isto teimando em dirigir-se equivocadamente a quem você julga ter ousado denunciar aquilo que você mostra ser: um ser infrequentável em termos de debate. Que não consegue sair do ataque pessoal descabelado. Tão tosco, que uma de duas: ou não entende que “leva pancada de arrepiar”, em resposta a cada posta que publica, o que é grave; ou percebe muito bem, preferindo todavia continuar a fingir, de maneira a tentar enganar quem ainda o lê, o que é ainda mais grave.
    Deixe-se de lérias. Procure reduzir-se à sua insignificância, caso consiga. Bem sabe você, tosco carapau de corrida, o que é armar ao pingarelho. E quanto a viagens é melhor nem falar. O outro, que você insiste em acusar injustificadamente por tudo e o seu contrário, apesar de ele nunca andar (que eu saiba) vestido de vermelho, já viajou mais deitado do que você em pé. Basta atentar na diferença de idades e de profissões.
    Uma nota final: suponho que procurará protagonismo, por algum motivo esconso que me escapa. A ser o caso, desde já avanço a minha posição – até como palhaço involuntário você é demasiado reles. Se estivera no seu lugar, iria tomando uns prosac e umas benzodiazepinas, que eram bem capazes de ajudar a ultrapassar essa sua tendência mórbida para odiar o seu semelhante.
    Assim à distância, desta vez não paga nada pelo diagnóstico, nem pela prescrição. Mas não abuse.

      • Finalmente uma decisão acertada, que só posso aplaudir. Porque imagine você que este “grunho” está habituado a ouvir em consulta gente com ideias fixas e coisas do mesma área da medicina, o que o obrigaria deontologicamente a responder a todos os seus escritos, que nem comentários chegam a ser. Apesar da intenção, nunca passam de insultos boçais.
        Tem dúvidas? Pois faça favor de voltar ao início, aos primeiros apontamentos desta série. Que disse eu? Limitei-me a endereçar os meus agradecimentos a um conterrâneo, que procura pelo exemplo inculcar nos jovens o saudável hábito de fazer caminhadas. Prática que mais tarde lhes poderá ser muito útil para se porem a andar de Tomar. Nem mais nem menos. Não insultei nem violentei ninguém. LImitei-me a opinar de forma polida.
        Que respondeu você?
        Apelidou de velho do Restelo uma pessoa que você cismou ser o autor do texto, mas não é, e que acusou tortuosamente de não gostar da terra. Como se não bastasse, perguntou porque não se ia essa pessoa embora primeiro de Tomar.
        Agora mais calmo, responda a si próprio, se faz favor: Você acha tal modo de estar aceitável? Sabe o que são boas maneiras? E simples educação elementar?
        Um comportamento assim só pode prejudicar a agremiação, caso o autor seja dirigente sindical.
        Há bons medicamentos disponíveis para essas coisas.

        • Eu percebo a sua azia e o seu azedume em relação a Tomar e aos tomarenses. Você trata repetidamente as pessoas desta terra como gente menor, que não o merecem, etc, etc.
          O que você sempre quis foi ser presidente de câmara. Andou a oferecer-se a tudo o que era quadrilhagem política, mas acabou sempre com um chuto no cu. E porquê??? Porque você é demasiado tóxico para alguém apostar as fichas em si! Você só iria querer o cargo para o usar como uma estola. Você nunca teve jeito para lidar com pessoas. É demasiado narcisista para isso. Julga que alguém o iria aturar sempre a alardear os estudos franceses e os seus salazarentos discursos de “boas práticas e boas maneiras”.
          Faça-se à estrada, homem, e não olhe para trás. Estaremos todos a vê-lo sumir-se no horizonte até à ponta da lança desaparecer.

          • É voz corrente que nunca se deve contrariar um maluco de ideias fixas, tipo psicose, porque não adianta.
            Nestas condições, você tem razão. Na sua atormentada cabeça, o culpado de tudo é esse para si reles cidadão, de nome Rebelo, que não é da minha geração, e com o qual nada tenho em comum, mas que tem o azar de não lhe agradar, vá-se lá saber porquê. Doenças são doenças.
            Quando puder, veja se consegue que lhe vendam uma embalagem de Nozinan 25 e tome um comprimido antes de ir para a cama. Verá que passa a dormir sossegado e talvez assim consiga ultrapassar essa sua evidente
            maleita. Se não for suficiente, acrescente um comprimido de Librium 20, caso consiga encontrar uma farmácia que lho venda.

  4. Pessoa amiga alertou-me para as ácidas opiniões a meu respeito da pessoa que corajosamente se esconde por detrás do nome suposto ERICA. A esse propósito, peço licença para escrever o seguinte:
    1 – Nada tenho a ver, nem de perto nem longe, com mais esta salada tomarense, que me abstenho de qualificar, por uma questão de boa educação e de simples bom-senso.
    2 – Sempre fui, e continuo a ser, acérrimo partidário da liberdade de opinião, e da sua difusão por todos os meios disponíveis. Penso que a melhor maneira de as pessoas mostrarem aquilo que são na verdade, ainda é escreverem ou falarem com inteira liberdade, de preferência sobre os outros.
    3 -O pseudónimo Erica escreve em português aceitável, o que em Tomar já é bastante bom, porque assaz e cada vez mais raro. Mistura e confunde quase sempre alhos com bugalhos e estes com frangalhos? Assim é. Mas está no seu direito de cidadão. Odeia-me visceralmente? Parece que sim. Mas também aqui, limita-se a exercer um direito de cidadania.
    Desejo muita saúde e alegria para todos, incluindo para a Erica, caso seja possível.

    • Não fuja à questão. Você tem uma malapata mal resolvida com Tomar e os tomarenses. Nunca o aceitaram quando você quis passear o ego disfarçado de presidente da edilidade, cargo que você, dada a sua atitude e pedantismo fedorento, apenas ocuparia mas nunca exerceria.
      Como narcisista que é, viria mesmo a calhar um posto com visibilidade que você trataria de potenciar com as exibições de palermeira e patetice que são a sua marca de água.
      Posto isto, e uma vez que neste particular o tempo não volta pra trás, porque não faz o que lhe resta: meta o rabinho entre as pernas e faça-se a poente em direcção à terra dos gaiteiros, para gozar em paz os ainda muitos anos que desejo que lhe restem☺️☺️☺️.

      • E você a insistir! O cidadão em questão não é visto nem achado nesta questão. Você é que tem um gritante problema de ideias fixas de tipo paranóide. Não adianta tentar atirar com a sua maleita para cima de outrem. É bem melhor para si tratar-se enquanto ainda é tempo. Se assim não proceder, corre o risco de a síndrome eventualmente transitória, que agora o atormenta, se vir a tornar numa doença crónica. E depois, quem lhe acode?
        Olhe que o problema é mais grave do que você parece supor. Repare, por favor: Escreveu mais acima que o seu bode expiatório de estimação “andou a oferecer-se a tudo o que era quadrilhagem política”. Mas segundo sei, você integra pelo menos uma das várias quadrilhas de assalto ao poder e ao orçamento. Ora a ser assim, o que você pratica é tudo limpo e ético, mas se forem os outros é tudo sujo e condenável? Enxergue-se!
        É este tipo de contradições que lhe atormenta a cabeça e lhe rouba o sono. E que vai deixar marcas para toda a vida. Aos 70, (se lá chegar e oxalá que sim), vai parecer alguém de mais de 90. Acautele-se a tempo!

        • Já se percebeu que para o ter em linha basta dar-lhe um bocadinho de palha, e aí vem você a abanar o rabo todo contente. O pessoal diverte-se a ler as suas diarreias mentais, sempre no mesmo estilo, sempre dentro do mesmo léxico.

          • Concordo. Tem toda a razão.
            Está muito bem visto. E ainda melhor escrito.
            Genial!
            A Corredoura está sempre a abarrotar de pessoal a divertir-se lendo as minhas “diarreias mentais”.
            Aproveitam até para ler também as suas ponderadas profundas lições de sapiência. Que um dia serão decerto matéria para várias teses universitárias.
            É como dizia o outro:
            -Não vás ao médico não!/ Não te cures não!
            Há em francês corrente, que infelizmente não sei falar, uma expressão intraduzível em português que define perfeitamente quem usa o pseudónimo ERICA: PAUVRE PETIT CON. Ou PAUVRE PETITE CONNASSE. É consoante.

  5. Ça y est. Au bout de 16 interventions, on a réussi à ecrire enfin l’essentiel: Tout ça n’est qu’une monumentale connerie. Et le con ne s’en rend même pas compte. Comme d’habitude.

  6. E mais nada. Aí está ele a saltar como uma batata frita. Essa alusão à Corredoura é genial…e vem a propósito. Dantes servia para as bestas se passearem. Deu-lhe uma de saudades, foi?

    • Não engane os leitores com a sua ignorância. Dantes a corredoura não servia nada para as bestas se passearem. Agora é que serve cada vez mais para isso, tal é o incremento dos casca grossa na urbe.
      Explicando: Na origem, o topónimo CORREDOURA OU CORREDOIRA, designava as ruas que permitiam que as águas pluviais das encostas CORRESSEM para o curso de água mais próximo. No caso, da encosta do castelo para o Nabão. Essa história dos cavaleiros a galope pela rua é treta. Os cavalos não conseguiam subir pela íngreme calçada de S. Tiago, e na altura não havia outra via, a não ser pelo actual Largo do Pelourinho- Calçada dos Cavaleiros, ou Cerca-Porta da Almedina.
      Acresce que, tanto na Corredoura como na Rua da Graça ou na rua dos Arcos, o esgoto a céu aberto corria ao meio da rua, pelo leito usual das tais águas pluviais.
      Não é nada elegante, nem sequer aceitável, enganar as pessoas gratuitamente, com bojardas deste calibre. Quando não se sabe bem o que escrever, melhor será abster-se. Não lhe parece?

  7. Era o que eu temia. O inevitável agravamento da “pancada” da Erica. Mesmo assim temos sorte. Podia dar-lhe para a violência física, que é a evolução mais frequente. Deu-lhe para o desvario, sob a forma de destrambelhamento. Simples problema de travões. Do mal o menos.
    Mas o futuro, dela e nosso, não se anuncia nada brilhante. Bem pelo contrário. Com gente assim…

    • Com este cromo na presidência, as reuniões de câmara deveriam ser inesquecíveis com o pessoal a falar franciu…

      • Este seu microcomentário mostra que você está com medo do homem que acusa e critica, sem conta, sem peso e sem medida. Medo de quê Erica?
        Segundo informações por mim colhidas, o cidadão que mais acima você acusou FALSAMENTE de ter sido rejeitado por todos os quadrantes partidários, tem 80 anos e passa a maior parte do ano no Brasil. É verdade ou é mentira?
        Sendo verdade, como bem sabe, tem medo de quê? Que o referido cidadão se candidate e possa ganhar? Tenha juízo! Nem uma coisa nem outra. Há apenas o perigo daquilo que ele possa eventualmente vir a escrever. Poderá ser assim tão mau para si? Que poderá ele vir a revelar de tão incómodo?
        Na ânsia de ter a última palavra, coisa que não lhe consentirei, por uma questão de princípio, você está a mostrar uma vertente que eu ainda desconhecia. O que me leva a ousar fazer uma pergunta, incómoda até para mim: Você padece mesmo de um desiquilíbrio psíquico? Ou a normalidade voltará logo que deixe o álcool e outros adjuvantes? To be or not to be…

        • Pelos vistos conhecer-me muito bem ao ponto de insinuar que consumo álcool na medida errada. Pior que isso, juntar-lhe qualquer coisa mais a que de forma genérica atribui o nome de adjuvante. Que é que quer dizer com isso? Que “adjuvantes” são esses extras?
          Quanto ao álcool devo informá-lo que consumo na medida exacta, isto é, gosto de beber um copo quando recebo visitas de amigos em casa, logo, em ambiente social. Você tem amigos? Recebe visitas em casa, seu solitário inútil?
          Quanto aos tais adjuvantes, nem fumos nem coisas de fazer rir. Nem mesmo cigarros regulares de tabaco algumas consumi. Você, pelo contrário e segundo me informaram, é ou foi partidário de caminhadas para os lados da av. N. Álvares Pereira, ali para os lados do Flecheiro…zona comercial…né???

          • Leu bem. Entendeu de forma correta.
            Fiz insinuações, porém com base sólida. Aquilo que você vem escrevendo desde o começo desta série de intervenções mostra, sem margem para dúvidas, uma mente muito condicionada, para não dizer perturbada. Eis porque dei a entender que, ou é maleita, ou consumo exagerado de algo. Mas não emiti juízos de valor. Não qualifiquei. Ao contrário do que você nunca deixa de fazer.
            Agora, apesar de continuar a ignorar quem sou, em termos de identidade real, insinua que faço caminhadas para os lados da av. Nun’Álvares. Está enganada criatura. Não faço tal coisa. Mas fui amigo do falecido Pascoal, conhecido cidadão local, que era mesmo cigano de nascimento. Ao contrário de outros que nascem fora da etnia mas depois, com o tempo e os azares da vida, são cada vez mais ciganos. Há até quem já esteja na fase daquela peixeira do Bulhão, que incitava a filha a defender-se de uma opositora da mesma laia: -Chama-lhe puta minha filha! Chama-lhe puta, antes que ela te chame a ti!
            Pergunta você se tenho amigos. Se recebo visitas. É claro que tenho. É claro que recebo. Todos os tomarenses são meus amigos. Até mesmo os raros que me odeiam, pois é bem sabido que o ódio é apenas uma forma de amor.
            E recebo imensas visitas, nesta minha casa que é Tomar. Nem você imagina quantas.
            Solitário inútil? Você está a ver o filme errado. Mude de canal.
            E mantenha a calma. As próximas autárquicas são só daqui a 12 meses. O tempo de gestação normal para as burras.

  8. Lembrei-me agora que ia a esquecer um detalhe importante. Esta cabeça!
    Sempre ao serviço dos cidadãos, sobretudo dos moradores da parte antiga, a excelentíssima autarquia resolveu retirar os contentores de lixo da Rua Aurora Macedo. Por modéstia, alegaram que era por causa de fecharem ao trânsito a Rua Infantaria 15, durante os fins de semana. Uma desculpa mal amanhada, porque os fechos ao trânsito sempre permitem a circulação para cargas e descargas, ambulâncias, bombeiro. Ou para despejar os contentores, por exemplo.
    Verdade, verdadinha, o que os senhores autarcas pretendem é pôr os habitantes da cidade velha a caminhar, uma vez que não podem pô-los a andar, como é seu desejo.
    Pela mesma razão, os senhores autarcas também não vão praticar desporto para a Mata, por exemplo, não vá dar-se o caso de alguns habitantes irem para lá correr com eles… Nunca se sabe e o seguro morreu de velho.
    Mas o meu quase esquecimento era outro. Irritado com a citada retirada dos contentores, um dos moradores da zona garantia num grupo de amigos que, pelo natal, coloca um laçarote vermelho no saco do lixo e e deixa-o à porta do gabinete da srª presidente da câmara.
    Logo um dos residentes, que assistia, atalhou que dá menos trabalho comprar um garrafão de 5 litros de branquinho, do bom, e que a presidente até agradecerá.
    Será que aquele malandro sabe mais do que disse?

    • A velhice é uma coisa lixada. O que é que este assunto tem a ver com a notícia e o respectivo título que tem motivado as intervenções acima?
      Porque é que não reforça a dosagem de comprimidos para dormir e depois prescinde dos de acordar? Assim dormia mais tempo e escusava de vir para aqui chatear as pessoas. No entretanto vá aproveitando os sacos de lixo deixados na rua e alivie-se em cima delas. Faça como os seus iguais: alce a perna e lá vai disto…!!!

      • Com a habitual pressa obsecada, vê-se que nem leu a resposta anterior. A que começa por “Leu bem. Entendeu bem.” É pena. Mas ainda está a tempo.
        Entretanto, essa sua sentença sobre a velhice cheira a mofo. E não vê o que esse assunto do garrafão de vinho branco tem a ver com o tema anterior? Tem tudo! Pois não é você que transita sem cessar entre os mais variados assuntos, em tom sempre descabelado? Pois limpe-se lá a esse guardanapo.
        Ora pense lá um bocadinho, caso ainda seja capaz: Qual era o tema inicial? Que relação tem esse tema com a sua constante perseguição verbal a um alheio cidadão que não lhe agrada, bem patente em todos os seus comentários? Procura culpados pelas suas alucinações? Não se dá conta da sua manifesta ideia fixa, sem qualquer base séria?
        “…vá aproveitando os sacos de lixo deixados na rua e alivie-se em cima DELAS” escreve você. Que raio de português é este? E eu é que tenho de mudar as doses de comprimidos?
        Que Deus lhe valha, se puder, minha filha!
        “Faça como os seus iguais: alce a perna e lá vai disto”, outra frase muito elegante da sua parte. Por acaso nunca ninguém lhe lembrou aquele velho provérbio segundo o qual “As cadelas apressadas parem quem cegos”. Agora imagine o que devem parir cadelas com a cabeça a funcionar mal.

        • Não queira parecer mais estúpido do que aquilo que na realidade é! Já numa anterior ocasião assumi que por incúria minha deixo correr o texto sem no final emendar as palavras que o dicionário automático aplica. Auto recriminei-me por isso e agora faço-o de novo.
          Mas é por aí que me ataca? Muito pouco para um letrado com formadura martelada lá pelos lados de Paris (conforme você se farta de apregoar) e habilmente versado em adjectivos com que mimoseia as pessoas.
          Resuma-se à sua insignificância, porque você não passa dum bimbo com pretensões a citadino.
          Foi pena a obra não ter ficado completa. Faltou-lhe o 10°. mês para pintura e retoques.

          • Vai-lhe caindo o verniz, à medida que vai levando um banho dos antigos, e o resultado está longe de ser brilhante.
            Não ataco por aí, nem por qualquer outro lado. Limito-me a tentar responder da forma mais cordata possível. Infelizmente a outra parte é como se vê. Continua com aquela do pobre de um cidadão totalmente alheio a este despautério, mas que lhe desagrada, e pumba! Vá de usar pela centésima vez argumentação que tem como única base uma cabeça que se está mesmo a ver como funciona.
            Quanto a responder às várias questões colocadas, tá quieto! O seu domínio da pátria língua não chega para tanto e seria um desastre completo. E depois desculpa-se com o contraditor que “é habilmente versado em adjectivos”. Assim vamos. Da minha parte já sabe. Proclamo como aquela conhecida fadista: Cantarei até que a voz me doa.
            No caso, escreverei até você desistir. Fica a promessa solene.

  9. Com a habitual pressa obsecada, vê-se que nem leu a resposta anterior. A que começa por “Leu bem. Entendeu bem.” É pena. Mas ainda está a tempo.
    Entretanto, essa sua sentença sobre a velhice cheira a mofo. E não vê o que esse assunto do garrafão de vinho branco tem a ver com o tema anterior? Tem tudo! Pois não é você que transita sem cessar entre os mais variados assuntos, em tom sempre descabelado? Pois limpe-se lá a esse guardanapo.
    Ora pense lá um bocadinho, caso ainda seja capaz: Qual era o tema inicial? Que relação tem esse tema com a sua constante perseguição verbal a um alheio cidadão que não lhe agrada, bem patente em todos os seus comentários? Procura culpados pelas suas alucinações? Não se dá conta da sua manifesta ideia fixa, sem qualquer base séria?
    “…vá aproveitando os sacos de lixo deixados na rua e alivie-se em cima DELAS” escreve você. Que raio de português é este? E eu é que tenho de mudar as doses de comprimidos?
    Que Deus lhe valha, se puder, minha filha!
    “Faça como os seus iguais: alce a perna e lá vai disto”, outra frase muito elegante da sua parte. Por acaso nunca ninguém lhe lembrou aquele velho provérbio segundo o qual “As cadelas apressadas parem sempre cães cegos”. Agora imagine o que devem parir cadelas com a cabeça a funcionar mal.

    • Ainda anda por cá? Não estava de malas aviadas para em meados de Outubro partir para os Brasis? Não perca tempo nem se preocupe com as nossas gentes. Não vamos ficar tristes nem entraremos em depressão com a sua partida. Garanto-lhe que ninguém se lembrará de si depois do adeus. Vá descansado.

      PS – Vê? Agora não dei erros ortográficos como prometi. Agora revejo antes de publicar.

    • Vossemecê está a ficar nervoso ou anda a fugir à medicação? Então agora anda a duplicar os seus arrazoados? Sabe o que é que eu penso disso? É o equivalente à sua atitude em público quando fala bem alto para todos ouvirem, enquanto vai olhando de soslaio para ver se estão a reparar em si. Será isso necessidade de atenção? Falta de colinho, ou simplesmente pobreza de espírito? Não passa dum cromo à solta como qualquer cão vadio. Ainda ninguém o agarrou para o levarem ao veterinário para ser chipado?

  10. Se alguém ainda alimentava dúvidas sobre a sanidade mental da desprezível criatura, aí tem a resposta conclusiva.

    • Ah, afinal ainda é vivinho da silva!!! Meu coração fremia de angústia na antecipação da sua ausência! Então, que passou-se? Esteve de quarentena no pinhal de Santa Barbara? Foi na carreta da câmara? Alguém o adoptou mas conseguiu roer a corda? Seja como for, benvindo de regresso a este vale de lágrimas.
      O sol brilha de novo…

      • Olhe que o “que passou-se?” é um erro propositado e evoca uma célebre pergunta que o presidente do BENFICA fez e que se tornou viral.
        Tirando isso, não houve quaisquer erros ortográficos…serto???

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