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A Comissão Política Distrital de Santarém do partido Chega já nomeou a Comissão Política Concelhia de Tomar que tem como presidente Nuno Godinho e como vice-presidente Vera Ribeiro.
Nuno Godinho tem 46 anos e é bancário. Vera Ribeiro tem 33 anos e é assistente de dentista.
É objetivo do partido Chega apresentar candidaturas à câmara de Tomar, assembleia municipal e a algumas juntas de freguesia nas eleições autárquicas do próximo outono.
Quem é quem
Nuno Godinho
– Carreira Profissional
1. Colaborador da OSIS (parceria entre o grupo IBM Portugal e o Millennium BCP) desde Dez/2005
2. Colaborador do Millennium BCP entre Set/1994 e dez/2005
– Habilitações Académicas
1. Licenciado em Informática de Gestão (entre 1999 e 2003)
– Associativismo
1. Centro Recreativo, Cultural e Desportivo D. João – Fonte de D. João, Junceira
a. Desde 1998 que exerce cargos na Direção (Tesoureiro, Secretário, Presidente) sendo atualmente Vice-Presidente;
2. Lar de S. Mateus, Junceira
a. Exerceu cargo de suplente da Assembleia Geral e atualmente é membro do Conselho Fiscal;
3. Casa do Concelho de Tomar, Lisboa
a. exerceu cargos de Vice-presidente e Presidente da Direção sendo atualmente membro do Conselho Regional;
– Política
1. Militante do PSD durante quase 20 anos, foi candidato e eleito e para a Assembleia de Freguesia da Serra e Junceira em 2017;
2. Concorreu pelos independentes por Tomar nas listas à Assembleia Municipal na última candidatura do Pedro Marques;
3. Em fevereiro de 2019 ingressou no Partido Aliança, onde foi coordenador de Tomar do Partido Aliança, tendo saído em novembro do mesmo ano;
4. No final de dezembro de 2019 entrou no Partido CHEGA onde em 2020 exerceu o cargo de subcoordenador e posteriormente coordenador da Comissão Instaladora da Concelhia de Tomar e ainda Coordenador da Instalação das Comissões Instaladoras Concelhias do Distrito de Santarém. A 23/fev/2021 foi nomeado Presidente da Comissão Política Concelhia de Tomar.
Vera Ribeiro
– Carreira Profissional
1. Assistente de Consultório Médico na Clínica Dentária Salvador de Naíse Lopes de Souza desde 2013
– Habilitações Académicas
1. Pós-Graduação em História, Defesa e Relações Internacionais pelo ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa e pela Academia Militar (2009 e 2010)
2. Licenciada em Técnicas de Arqueologia pelo Instituto Politécnico de Tomar (finalizou em 2019);
3. Formação Pedagógica Inicial de Formadores (2009)
– Associativismo
1. Centro Recreativo, Cultural e Desportivo D. João – Fonte de D. João, Junceira
a. Exerceu vários cargos na Direção (tesoureiro, vice-presidente entre 2012 e 2016);
– Política
1. Militante do PSD durante quase 10 anos, pertenceu lista candidata para a Assembleia de Freguesia da Serra e Junceira em 2017;
2. Em meados de 2019 ingressou no Partido Aliança, tendo saído em novembro;
3. Em junho de 2020 entrou no Partido CHEGA onde exerceu o cargo de subcoordenador da Comissão Instaladora da Concelhia de Tomar e a 23/fev/2021 foi nomeada vice-presidente da Comissão Política Concelhia de Tomar. É ainda membro da Comissão do Património da Distrital de Santarém desde 2020.
É raro e julgo que é mesmo a primeira vez que tal acontece em Tomar. Dois dirigentes locais de um partido deixam-se fotografar com amplos e francos sorrisos, daqueles tipo gargalhada de satisfação. Pode não querer dizer nada, mas numa terra onde em geral todos os responsáveis políticos aparecem com ar de empregado de agência funerária quando em serviço, ou de agente de força de segurança quando zangado com a sogra, o facto merece ser assinalado e louvado. Temos portanto uma originalidade tomarense: uma força dita de extrema direita com gente sorridente. Obrigado Nuno, obrigado Vera, por essa lufada de ar fresco na até aqui triste atmosfera política local.
Está agora em grande parte nas vossas mãos o futuro da formação política que dirigem. Conforme já afirmei alhures, se souberem avançar para as autárquicas em ampla coligação, o melhor é possível. Se, pelo contrário, insistirem em considerar-se os melhores, e decidirem concorrer sem aliados, então temo que estejamos perante mais um PRD ou um IpT.
Ao contrário das legislativas, sobretudo nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira, nas autárquicas a formação mais votada senta o seu cabeça de lista na presidência. Com ou sem maioria. E a oposição, singular ou plural, limita-se na prática a fazer figura de corpo presente, mesmo que se esforce no sentido de participar no poder.
Por conseguinte, antes de darem cada passo, pensem bem no passo seguinte, e assim sucessivamente. A situação tomarense é suficientemente grave para se compadecer com mais erros partidários.
Eles mostram a fatecha quando olham o passarinho mas parecem-me muito fraquinhos pois ainda não se lhes conhecem ideias. Os outros partidos, especialmente o PS e o PSD são muito ativos nas redes sociais mas a estes não se lhes conhecem nada, limitam-se a partilhar os posts do chega nacional e a postarem fotos a ‘colarem’ cartazes do Ventura pela cidade. Seria interessante saber o que eles propoēm para o problema dos ciganos mas nada!!!!
Caro António Rebelo,
Esta sua posição de achar que só com a coligação de partidos de direita , por exemplo o PSD coligado com o CDS ou o Chega pode retirar a maioria socialista da Câmara em minha opinião é inviável , por vários motivos.
A direção do PSD não quer alianças com o Chega.
O CDS em Tomar é irrelevante.
O próprio Chega tem uma estratégia nacional de não concorrer em coligação.
Por fim acha que é a candidata do PSD que motiva alguém???
Um abraço
Eles vão a eleições separados mas coaligam-se depois, se.o resultado o justificar.
Se forem separados, poderão realmente coligar-se depois. Mas será em vão, a menos que o PSD vença, sem todavia conseguir maioria absoluta.
Julgo que uma vitória do Chega em Tomar não integra os prognósticos de ninguém habituado a estas coisas da política.
Caro Zé Caldas:
Muito oportuna esta sua interpelação. É assim que se vai implantando a democracia local. Aumentando o debate sereno de questões que a todos dizem respeito, ainda que só poucos se interessem.
É verdade tudo aquilo que diz. Contudo, saberá decerto que a política é a área por excelência do nunca digas nunca. A minha esperança é que o realismo e o bom senso acabem por prevalecer.
A respeito da candidata PSD, já escrevi várias vezes aquilo que penso. Não conheço pessoalmente a senhora. Nunca falámos. Ignoro portanto quais possam ser os seus dotes intelectuais. A formação académica acabo de saber que é boa.
Assim, repito o meu ponto: O pior que pode acontecer ao PSD-Tomar é apresentar como cabeça de lista alguém de quem se pode dizer que ela e a candidata socialista são afinal “boné branco e branco boné”, ou, em linguagem CDU, “são ambas farinha do mesmo saco”.
Donde a minha insistência na indispensável coligação, quanto mais alargada melhor, e naturalmente um programa robusto e adequado, bem como uma campanha eleitoral intensa e certeira. A ver vamos.
Percebe-se porque está implícito, mas ficará ainda mais claro depois de explicitado: Na frase “O pior que pode acontecer ao PSD-TOMAR… faltou a indicação “em termos de imagem para a campanha eleitoral”…
A situação não é propriamemte grave; a cidade caminha é há quatro décadas (40 anos!!!) para a desertificação humana, ausência de oportunidades de emprego, sobretudo qualificado, foi muito tardiamente integrada nas novas vias de comunicação (salva-se o comboio do tempo do Estado Novo) e falta de peso político nacional. Tudo isso parecendo ser do agrado da maioria dos tomarenses, enquanto esperam pelo boom turístico. Se é com o dito chega que a situação vai melhorar, então o caso de Tomar é ainda mais grave.