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Moradores do Flecheiro acusam polícia de violência

flecheiro ciganos psp

No rescaldo da operação policial ontem à noite no Flecheiro, em Tomar, agora são elementos da comunidade cigana que acusam os agentes da polícia de agressões e violência.

Numa publicação de Nessy Álvaro no Facebook, vê-se fotografias de um jovem com ligaduras na cabeça e de uma jovem com hematomas na cara e nos braços.

Acusam a polícia de, com a ajuda de reforços de Lisboa, terem entrado no bairro do Flecheiro e “começaram a bater em mulheres, crianças e tudo o que havia à frente”.

A intervenção da polícia destinava-se a pôr termo a uma festa que decorria no acampamento pelo facto de um jovem suspeito de tráfico de droga ter sido libertado pelo tribunal.

Já na esquadra da PSP um agente foi agredido por um dos detidos e teve de receber tratamento hospitalar.

 

Nota: não publicamos comentários racistas, xenófobos ou de incitamento ao ódio e à violência.

Escrita por Redação

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Comentários

Responder
  1. Não dou 24h sem vir uma associação dar todo o seu apoio a esta comunidade cigana.
    Aliás todos os tomarenses sabem o quanto a polícia neste caso PSP é agressiva, racista xenófoba descriminatória e tudo mais.
    Os Tomarenses estão cansado de sofrer na pele essa agressividade toda. A culpa é polícia…

  2. Só se perderam as que eventualmente caíram no chão.
    O comportamento de muitas dessas pessoas outra coisa não merecem….
    Enquanto País for governado na base da desresponsabilização e afins….

  3. Nas ”nossas” próprias casas? Deviam ter passado multa e pronto. As autoridades não têm só direitos, também têm deveres e têm que os respeitar tal como TODOS os cidadãos daquela zona têm feito irrepreensívelmente e exemplarmente ao longo dos anos.

  4. O método é conhecido e amplamente praticado, sobretudo pelos do PS: a culpa é sempre dos outros. Neste caso da PSP. Pretende-se dar a entender que a agressão a um agente policial dentro das próprias instalações da esquadra, mais não foi afinal que uma resposta adequada às anteriores agressões dos agentes da força pública, aquando da intervenção no acampamento. (Falta só provar factualmente que houve excessos no emprego da força, pois uma ligadura na cabeça, qualquer um pode pôr, e a maquilhagem bem feita completa a coisa.)
    Vem na mesma linha da conduta dos palestianos da faixa da Gaza, que quando provocam os soldados israelitas na fronteira, encenando tentativas de invasão, têm sempre o cuidado de colocar crianças e mulheres na primeira linha, para depois acusarem os sionistas de matarem indiscriminadamente mulheres e crianças.
    Por estas bandas, felizmente ainda aí não chegámos, até porque somos todos cidadãos da mesma pátria multi-secular. Mas já houve tempos mais calmos, lá isso já.

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