Primeiro veio a Kristin, depois o Leonardo e segue-se a Marta. Chamam-lhes tempestades ou depressões, o que é certo é que têm deixado marcas em Tomar, na região e no país em geral.
O mau tempo continua a causar prejuízos e a afetar o dia-a-dia das pessoas.
Continua a haver muitas habitações sem energia elétrica nem comunicações sobretudo nas zonas mais periféricas da cidade.
Em Tomar, depois dos ventos fortes da tempestade Kristin que deixou um rasto de destruição, agora o maior receio são as cheias nas zonas ribeirinhas do rio Nabão.
A Proteção Civil já colocou barreiras e sacos de areia na zona da Levada (rua Everard) para prevenir eventuais inundações em estabelecimentos comerciais, habitações e edifícios públicos como o centro cultural da Levada ou a Moagem.
Nesta sexta feira, dia 6, o caudal do rio baixou ligeiramente, mas o perigo ainda não está totalmente afastado uma vez que a previsão meteorológica aponta para continuação das chuvas.
As imagens recolhidas nesta sexta feira mostram os efeitos do aumento do caudal do rio com inundação do Flecheiro e grande massa de água que atravessa a cidade.
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