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Aberto concurso para diretor do agrupamento Nuno de Santa Maria

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Depois de dois mandatos consecutivos, Maria Celeste Sousa já não pode voltar a ser reconduzida no cargo de diretora do Agrupamento Nuno de Santa Maria, em Tomar. Mas pode recandidatar-se. (parágrafo corrigido)

O processo eleitoral para um novo diretor já foi lançado e durante 15 dias os interessados podem apresentar candidaturas. O anúncio de abertura do procedimento concursal foi publicado no Diário da República do dia 17 de março.

Os candidatos têm de apresentar, além do requerimento, o curriculum vitae e o projeto de intervenção no agrupamento, entre outros documentos.

O mandato é de quatro anos, podendo ser renovado por decisão do conselho geral, órgão responsável pelo processo eleitoral. No site do agrupamento não há qualquer informação sobre o processo eleitoral nem sobre o conselho eleitoral, nem mesmo sobre os órgãos dirigentes do agrupamento*.

Celeste Sousa foi eleita em 2013 para um primeiro mandato, renovado pelo conselho geral em 2017.

Sobre o processo eleitoral no agrupamento Templários nada se sabe para já.

 

*Entretanto durante o dia de hoje, já foi publicada alguma informação sobre o processo eleitoral para diretor do agrupamento Nuno de Santa Maria.

Anúncio do concurso para diretor no agrupamento Nuno de Santa Maria

 

Redação

Escrita por Redação

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Comentários

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  1. A sério!!? Então mas aquela senhora não é tão eterna naquele posto quanto uma múmia nas pirâmides?
    Penso que aquela setôra e aquela escola estão muito bem uma para a outra e ambas para o elitismo provinciano desta urbezinha…ze,ze,ze.
    Quem por acaso conheça gente que tenha ou conheça alunos(as) que por lá estejam ou por lá tenham passado sabe bem do que falo quando refiro que aquilo é do mais nítido e profundo salazarismo que se possa imaginar.
    Vala a pena contar meia dúzia de histórias – bem reais para azar nosso.
    Nesta escola, sob a égide desta cinzenta senhora, havia uma classificação que eras atribuída aos alunos, para além das disciplinas curriculares normais. Chamavam-lhe “atitudes”. Os alunos mais velhos “davam explicações” em regime de voluntariado, aos mais novos e com dificuldades. Faziam-no prejudicando o seu próprio estudo. Pois bem: uma das professoras que atribuía essa classificação, a das tais “atitudes”, dava explicações em casa, ganhando do belo, às disciplinas que lecionava no liceu. Não deixava de ser uma lição que os alunos aprendiam de como era a sociedade currupta em que se estavam a inserir.
    Mas há mais, tanto mais.
    A fina flor da “pedagogia” e do modelo pedagógico desta madama eram as turmas dos meninos betinhos da cidade. Filhos de advogados, juízes, médicos, vereadores, do próprio presidente da câmara eram sempre postos numa turma muito especial. Burrinhos ou inteligentes, o critério era o serem das castas de elite. E filhos de professores também, claro. Escolhiam-se os melhores professores para aquela turma. Os que eram claramente bons e/ou os que se sabia que davam melhores notas. Essa turma, por sua vez, era completada pelos alunos claramente bons que eram escolhidos da massa anónima. A sua função era fazer ambiente de turma e de elite para os tais bétinhos. Isto era feito com muito rigor, todos os anos letivos. O pessoal da secretaria assistia a isto e sabia do que se tratava. E depois, no final do ano, o assunto até tinha referência noticiosa nos jornais da cidade, como se tivesse tratado de uma coincidência. Tudo isto é comprovável. Aquela gente sabia bem o que estava a fazer. E esta madama era a chefe de orquestra.
    Mas há mais, muito mais. Coisas que vão desde o “quadro de honra”, à manipulação de eleições para os órgãos da escola até a uma certa falta de clareza na gestão dos dinheiros e orçamentos.
    Mas claro, como é que alguém se atreveria a questionar ou duvidar de pessoas tão bem na sociedade tomarense?
    O atraso deste terra tem estas raízes. São muito fundas.

  2. Mas o mais interessante desta cultura pedagógica e educativa (o que eles gostam de dizer “comunidade educativa!) é que ela é um bom exemplo de como funciona a tão sagrada e defendida “escola pública”: por mecanismos administrativos e pedagógicos tão escondidos, tão naturais e tão inquestionados, é toda uma apropriação por parte destas “elites” de província medíocres, da escola que efectivamente deveria ser pública e passa a estar ao seu serviço.
    É por isto que militam o Nogueira do Sindicado e o Bloco de Esquerda, não é?
    O PS e o PSD não precisam de militar. Isto é a ordem de coisas em que já têm assento e que procuram efectivamente que não mude.

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