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Igreja de S. João: deputado levanta suspeitas de substituição dos sinos por réplicas

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O caso já chegou à Assembleia da República. Tudo começou quando uma publicação no Facebook colocava lado a lado fotografias de um dos sinos da igreja de São João Baptista, em Tomar, antes e depois do restauro.

Nos comentários, um dirigente local do Chega garantia que o sino tinha sido substituído. “Desculpem a minha ignorância, mas o sino não é o mesmo”, escreveu Ruben Gonçalves.

Na Assembleia da República, o deputado Jorge Galveias, do Chega, afirmou no dia 12 que “devido a determinadas alterações, suspeita-se que [os sinos] tenham sido substituídos por réplicas”.

Em resposta, a secretária de Estado da Cultura, Isabel Cordeiro, lembrou que as obras na igreja “são acompanhadas pela Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), mas não são obras da DGPC, nem das direções regionais de Cultura”. De qualquer forma, prometeu “averiguar a situação reportada”.

Os sinos foram retirados no dia 23 de fevereiro e recolocados um mês depois, no âmbito de obras de requalificação de todo a igreja.

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A empresa responsável é a mais conceituada do país, a Jerónimo Braga, especialista em restauro e réplicas de sinos, carrilhões e cabeçalhos.

 

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1 comentário

  1. Eu sei que sou um chato do caraças, mas isso não me inibe de voltar ao assunto dos quadros pertencentes à igreja e que foram removidos para se proceder às obras. Agora que as obras estão praticamente concluídas há que verificar se as obras de arte voltaram aos seus lugares, e sobretudo se são os originais, porque, se se lembram, já houve uma tentativa de os levar para Santarém, com a cumplicidade do padre Mário, com a desculpa de que iriam fazer parte duma grande exposição de arte sacra e/ou de temática sacra.
    Na altura levantaram-se vozes, e o ruído foi tal que as obras regressaram ao seu lugar de uma forma algo rápida para o que se esperaria ser a duração duma exposição, o que levantou suspeitas sobre a veracidade de todo o processo.

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