Uma das consequências da passagem da tempestade Kristin por Tomar foi o derrube de uma das torres de iluminação do estádio municipal.
Mais de oito meses depois, a estrutura danificada mantém-se no local (ver foto). Apenas foi cortada e retirada a parte dos projetores e uma pequena parte superior da torre.
Não se sabe quais as intenções da câmara nem para quando se prevê a colocação de uma nova torre de iluminação.
Até lá permanece no terreno aquela estrutura que, enquanto memorial da tempestade Kristin, poderá simbolizar a força da natureza, ao mesmo tempo que remete para a resiliência do território e poderá servir como homenagem à resposta incansável dos profissionais dos bombeiros, câmara, juntas de freguesia e outras instituições.
Foi na madrugada de 28 de janeiro que a depressão Kristin deixou um rasto de destruição em Tomar e noutros concelhos vizinhos.



1 comentário
É “apenas” mais um dos inúmeros “memoriais” espalhados pela cidade e concelho. Para além da torre de iluminação caída, só na cidade existem varias árvores caídas, das quais só removeram o tronco e ramagem, tendo ficado o cepo no local à espera sabe-se lá do quê. Dentro do perímetro urbano da cidade existem postes e cabos de energia e de telecomunicações caídos e/ou em rico de caírem. Nas aldeias o cenário é ainda pior com postes partidos e cabos no chão… É verdade que os estragos forma muitos e é impossível resolver tudo ao mesmo tempo, mas o que me preocupa é a aparente inexistência de um plano de ação por parte das CM Tomar, Juntas de Freguesia, EDP e Operadoras de Telecomunicações, sendo que o mais grave é que, provavelmente ao dia de hoje, nenhuma destas entidades tem um levantamento realístico dos trabalhos necessários para repor os serviços e infraestruturas ao estado pré-kristin, quanto mais um plano para executar esses mesmos trabalhos.
O inverno está a aproximar-se e vão existir muitas árvores, postes e cabos de energia e telecomunicações que não caíram com o Kristin mas que ficaram em situação de risco e que vão acabar por cair com as intempéries do próximo inverno, e sabe-se lá que danos podem provocar,…e a responsabilidade depois é de quem?