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Empresa do Barreiro vai tomar conta dos monumentos em Tomar

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O serviço prestado desde há alguns anos pela empresa Caminhos da História, de Tomar, relativo à vigilância diurna dos monumentos e espaços culturais de Tomar, vai passar a ser feito pela empresa Idóneos, Lda., com sede no Barreiro.

A câmara lançou um concurso para “aquisição de serviços de apoio ao funcionamento das instalações e equipamentos de âmbito turístico e outros equipamentos e eventos de índole cultural”, divididos em dois lotes.

Para assegurar a abertura de monumentos e espaços culturais como a igreja de Santa Maria do Olival, Sinagoga, Casa Lopes-Graça, capela de Santa Iria, Complexo da Levada, Núcleo de Arte Contemporânea, entre outros, foi contratada a empresa Idóneos, Lda., por 160.216,47 + IVA.

Para apoiar o funcionamento do cineteatro, a empresa contratada é a Vínculo Sólido, Unipessoal, Lda, de Águeda, por 22.945,24 euros + IVA.

Sobre estes contratos, os concursos e a forma como foram feitos, a câmara de Tomar nada divulga.

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O Convento de Cristo tem gestão da responsabilidade de DGPC – Direção Geral do Património Cultural. Todos os restantes monumentos, com uma ou outra exceção, são da responsabilidade da câmara.

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2 comentários

  1. Agora falta um ajuste direto com uma empresa privada para assegurar o funcionamento e a limpeza das instalações sanitárias ainda existentes, por exemplo as da Várzea Grande. Os funcionários municipais são demasiado dignos e instruídos para executar tais tarefas. Para limpar retretes não iam para a câmara.
    Depois, lá mais para o meio do mandato, era capaz de ser boa ideia mais um ajuste direto com privados, para realização das reuniões do executivo, incluindo aturar a oposição, que resolveu finalmente começar a questionar os freitistas, uma vez que é evidente a falta de pachorra da maioria perante tais despropósitos. Apesar do vice, quando posto em causa publicamente, asseverar o contrário. Segundo declarou, os laranjas querem é espetáculo e estas coisas devem ser sempre tratadas no local próprio, que são as reuniões da câmara.
    Mal vão as coisas quando até o exercício de direitos democráticos já tem locais próprios, segundo um ilustre eleito. De esquerda, que ainda é pior.

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