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Conferências evocam Gualdim Pais e os Templários

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13 de outubro é uma data histórica para Tomar porque foi nesse dia no ano de 1195 que morreu Gualdim Pais, considerado o fundador de Tomar por ter iniciado a construção do castelo que deu origem a esta urbe.

No sábado, dia 16, decorrem na biblioteca municipal de Tomar algumas conferências evocativas do 13 de outubro e de Gualdim Pais, por membros do Comité Científico Português da TREF – Rota Templária Europeia.

A iniciativa tem lugar a partir das 14 horas, com a exposição de algumas das obras sobre Ordens Militares existentes nos Reservados da Biblioteca Municipal de Tomar (pesquisa de António Carlos Godinho).

Às 14h30, Miguel Gomes Martins falará sobre “O cerco de Tomar e o papel de Lisboa em 1190”. Às 15h00, Álvaro Barbosa aborda “A Arquitetura Templária de Tomar. Nascimento e Devir”. Pelas 15h30 é a vez de Ernesto Jana se debruçar sobre “O fim da Ordem do Templo e o alvor da Ordem de Cristo”.

Às 16h00, António Carlos Godinho fala acerca do tema “061.236 – Pesquisa, recuperação e seleção de informação em catálogos online e repositórios institucionais”. Pelas 16h30, Carlos Trincão aborda “A divulgação da história de Tomar e dos Templários para os mais jovens”

Pelas 18 horas, na Casa Vieira Guimarães, decorre ainda uma atividade complementar, com a inauguração da exposição de pintura “As cores da Ordem”, de Carla Palhinha, com contextualização de Joaquim Nunes, numa organização da Templ’Anima.

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Escrita por Redação

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Comentários

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  1. Mais eventos que só servem para espatifar dinheiro e para engordar a carteira e o currículo dos “conferencistas”. Só assistem meia dúzia de lambe-botas e chupa-torcidas.
    Bem dizia o falecido Arnaldo Matos, o saudoso educador do proletariado português, fundador e líder do MRPP: “É tudo um putedo!”

    • Pelo andar da carruagem, não tarda e vamos ter um novo director da biblioteca municipal. Um cavalheiro muito ligado ao BE, como convém, que no tempo de Pedro Marques se apresentou num concurso para chefe de divisão, mas foi ultrapassado por outro concorrente conotado com o PS e escolhido por um júri chefiado pelo vereador Bento Baptista do PSD. Os anos passaram . Na altura não conseguiu entrar pela porta grande. Vai entrar agora, via Rota Europeia dos Templários, pela da BM?

  2. FALSIFICAÇÕES DA HISTÓRIA

    Quem gosta de história, quem procura estudá-la na pesquisa e tentativa de entendimento do nosso presente – e é para isso que ela serve – não pode deixar de se inquietar e até de sofrer em silêncio e isolamento com este tipo de eventos e iniciativas. De facto elas não são, nem sequer pretendem ser, modestos que fossem, contributos para essa tal história. São tentativas locais, pequeninas e ridículas, de capturar uma história que até desconhecem, em prol de uma ideia de Tomar que há que construir à pressa, para que fique para todo o futuro (com os nomes dos intelectuais intervenientes) como acham ou querem fazer passar que esteve também no passado glorioso.
    Logo na foto do pedestal do D. Gualdim está um indício óbvio do logro em que navegam. Ele pode até ter lançado a primeira pedra do castelo. E ao pé do castelo, mais tarde, veio a construir-se um povoado de que resulta agora Tomar. Mas ele não construiu Tomar. São coisas diferentes e bem separadas.
    Compreende-se que numa terrinha assim pequenina, sem propriamente uma história conhecida e sem uma comunidade intelectual a quem o saber possa interessar, a valorização (ou mesmo a falsificação) de um passado glorioso constitua um elemento fundamental de afirmação e de construção da identidade.
    Mas o que também têm de compreender – desculpem lá meus senhores – é que na história que vai resultar, vocês ficarão como uns peões medíocres, numa tentativa retardada e caricata de se armarem a Fernões Lopes.
    Por Tomar na história deste jeito é como fazer essas festas templárias e feiras medievais com cenários e figurantes alugados.
    É óbvio que tem mercado; tem procura. Mas uma oferta que responde a esta procura desqualificada torna-se ela própria factor multiplicador da mediocridade de que se alimenta e nem consegue ver.
    Nesta ansiedade frenética de procurar colocar Tomar numa história que não é a sua, só porque por mero acaso terá sido aqui mesmo ao pé que os D-. Gualdins e o Templários passaram, estes intelectuais de bajulação mútua acabam por ignorar e falsificar a verdadeira história de Tomar.

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