Autor: Guilherme Silva

A presença dos rios como património de um município, surge representada por uma dualidade entre o custo de oportunidade versus o desafio para novas abordagens integradas e especificas para cada contexto geográfico. Nos idos tempos dos Templários, o rio Nabão foi um fator de localização determinante para a fixação das populações, não só pela riqueza hidrológica, bem como pela posição vantajosa que conferia em matéria de defesa. Porém, é importante ressalvar, que a convivência com um rio, pode estar diretamente ligada ao colapso dos sistemas sociais, económicos, ambientais e políticos, atribuindo aos executivos municipais uma responsabilidade acrescida na gestão deste…

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