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Perigo na ponte do Prado

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Apesar dos despistes que se têm registado nos últimos anos na ponte do Prado, que liga a zona da Pedreira à antiga freguesia de Além da Ribeira, o perigo continua.

Para quem vem do lado da Póvoa (Além da Ribeira), a entrada da ponte mostra-se perigosa uma vez que não há qualquer proteção na berma. O perigo ainda é maior à noite dado que a visibilidade naquele local é pouca.

A ponte do Prado, a cerca de seis quilómetros de Tomar, foi inaugurada a 12 de junho de 1893. Foi construída junto à fábrica de papel do Prado para substituir uma travessia improvisada que ali existia.

Tem apenas uma via estreita que não permite o cruzamento de duas viaturas, pelo que o trânsito circula alternadamente.

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4 comentários

  1. Para esta câmara esses problemas de pontes e estradas pouco ou nada interessam. Não dão votos. Importante mesmo são festas, passeios e almoçaradas bem regadas. Tudo à borla, pois claro.
    Quando possível, que a autarquia tem sérios problemas financeiros, mandam-se também fazer umas obras ornamentais. Só para encher o olho. Como na avenida Nun’Álvares e na Várzea Grande. Às quais cabe acrescentar as grandes obras de caridade. Recuperação de prédios degradados para entregar aos ciganos, e até o já célebre “Bairro Calé”, “centro de acolhimento temporário” só a fingir, pois os clientes “temporários” nunca mais de lá vão sair. Prova disso são as declarações recentes de um deles a uma rádio local. Segundo Almerindo Pascoal, “sem esta ajuda da câmara íamos ficar MAIS TRINTA ANOS no acampamento.” Querem mais claro?
    Os votos dos ciganos são iguais aos outros. E em Tomar os cidadãos são todos iguais, mas em termos de regalias concedidas pela câmara, os ciganos são mais iguais que os outros.
    Circulação alternada na ponte do Prado, porque a via é demasiado estreita? Olha a novidade. Acontece o mesmo em Palhavã, logo ali à entrada, junto à Nabância. Há um troço estreitinho de obrigatório trânsito alternado. E a câmara acaba de lá gastar centenas de milhares euros para reabilitar e equipar a via pública.
    Coitados dos camaristas. Se calhar nem sabem que há uma figura jurídica chamada “expropriação compulsiva de utilidade pública” para resolver problemas assim. Ou se calhar sabem, mas lá está: custava uns votozitos, que tanta falta fazem sempre. Por isso preferiram deixar aquele troço como estava. Quem vier a seguir que trate disso.
    Triste sina a da malta nabantina.

    1. Você vive em que mundo? Se calhar também vai comendo da gamela pública e por isso acha que está tudo muito bem.
      Essa sua frase “Construída desde 1893 e nunca deu problemas” é mesmo de almanaque. Quem lhe garante que nunca deu problemas? O trânsito automóvel era o mesmo em 1893 e agora? Desde quando é que uma via estreita, de obrigatória circulação alternada, a seguir a uma curva apertada de cada lado, não constitui um perigo público evidente?
      A sua frase “Enfim, tudo pela política” revela alguém mal formado, autoritário e com uma síndrome paranóica. Com a mania da perseguição, para ser mais simples.
      Mas olhe que o facto de se denunciar algo que se considera estar mal, não significa que se persigam os dos poder ou os seus apoiantes. Como já deveria ter reparado, o mundo não é a preto e branco e os que não concordam consigo não são forçosamente seus inimigos. Têm opiniões diferentes. Só.

  2. Para esta gestão camarária PS, e para as anteriores paiviana&sucessores, PSD, importante é preservar o passado (incluindo pontes e curvas) para turistas apreciarem. O futuro é o turismo kultural, com k, dizem. Os tomarenses mais novos ou com ambição, migram para outros locais. A cidade definha até um futuro que será o de aldeia com história.

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