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Que terra é esta?

Na EN 110, a poucos quilómetros a sul de Tomar, existe uma pequena localidade cuja placa toponímica está totalmente tapada com canas na berma da estrada. Já não é a primeira vez que acontece este problema, o que revela a necessidade de nova limpeza das bermas por parte dos responsáveis.

Escrita por Redação

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  1. bem posso lhe dar esta informação a empresa que foi adjudicada se é o termo correto continua a ser a mesma Pedecao responsável pela limpeza desta zona ja n110 de vale carneiro ate ao ic9 ja foi limpa penso que tenho iniciado os trabalhos na antes de Outubro depois dever limpado a n110 do inicio da a13 em direcção a Coimbra na terça feira 8/11/2019 inicio-se a limpeza da parte velha da n238 para Ferreira do zêzere provável mente a limpeza da variante n238 para ferreira devera começa na próxima semana agora essa parte da n110 ate estou a de mirado de não limpar nada isto e o que sai e vim

  2. Que terra é esta?
    Uma terra de labregos, de hipócritas, de invejosos, de incapazes. Que quando necessário usam os cotovelos para não deixar avançar os conterrâneos mais corajosos. Uma terra. que está com todos podem ver. Com tendência para piorar. Por causa de uma população que na sua esmagadora maioria pede licença a um pé para mexer o outro. E usa a cabeça para deixar crescer o cabelo. Ou para cultivar a caspa.
    Nasci aqui, e aqui fui criado. Infelizmente.
    Agora tenho cada vez mais vergonha de dizer que sou tomarense, quando fora da terra me perguntam de onde sou.
    Há uma pergunta que dia e noite não me sai da cabeça: Até quando vai prolongar-se esta dolorosa agonia, perante uma população regra geral muda e queda,em grande parte amante de festas, de feijoadas e de tintol à custa do orçamento?
    Tenham vergonha!

    • Quando lhe perguntarem diga com orgulho que é de Tomar!
      Diga que têm o Continente, o McDonadl’s, e o Burguer King. É sucesso garantido. Ficará bem visto em todo o lado.
      Não fale é daquela espécie de dizem que é jardim à beira rio.

      • A sua sugestão é boa e por isso lhe agradeço. Tem porém um inconveniente: Se eu resolvesse pô-la em prática, julgo que seria considerado pelos meus interlocutores como mais um tomarista estilo feijoada, tintol, arrotos e flatos. Porque esses é que se contentam e até rejubilam (quando sabem o que isto quer dizer) com essas modernas catedrais do consumo. Que podem muito bem vir também a fechar, pois as leis da economia não perdoam. E com a população a encolher de forma acentuada, quando os lucros deixarem de compensar os investimentos feitos, ala que se faz tarde.
        Exactamente como já aconteceu com a Fiação, a Matrena, Porto de Cavaleiros, Prado, Marianaia, Mendes Godinho, Ford, Auto-acessórios, ARAL,Padaria combatente, serrações, empresas de construção civil. Até o velho Pepe, ali à ilharga da câmara e que era um café de referência, foi à vida.
        Mas não há piores cegos que aqueles que não querem ver, nem piores mudos que aqueles que não querem falar. Tudo para defender o tal regime festas-feoijoadas-tintol-arrotos e flatos. Bom apetite e bom proveito! Mas depois não venham para cá com a gasta lengalenga da má-língua e mais não sei quê.

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