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Poluição no rio Nabão: Anabela Freitas denuncia o caso a… Anabela Freitas

A presidente da câmara de Tomar, Anabela Freitas, denunciou o caso de poluição no rio Nabão à empresa Tejo Ambiente que é presidida pela mesma Anabela Freitas.

As fortes descargas poluentes de que tem sido alvo o rio Nabão nos últimos dias, foram um dos temas abordados na reunião da câmara de Tomar nesta segunda feira, dia 9.

Logo no início da reunião, a autarca fez saber que denunciou o caso às autoridades competentes, nomeadamente ao SEPNA, à APA e à Tejo Ambiente, “requerendo junto das mesmas que o problema seja tratado definitivamente e apelando a que sejam aplicados os esforços possíveis por forma a implementar todas as medidas corretivas necessárias”.

É mais que sabido que a fonte de poluição é a ETAR (estação de tratamento de esgotos) de Seiça, localizada na freguesia da Sabacheira, equipamento que é da responsabilidade da Tejo Ambiente.

Como é habitual, aproveitando as fortes chuvadas e o maior caudal, a ETAR despeja os esgotos diretamente no rio. Muita espuma de cor acastanhada e com um cheiro nauseabundo são os sinais do crime ambiental que chegam à cidade. Tão repugnante como a hipocrisia política.

 

 

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Escrita por Redação

Comentários

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  1. Triste sina, esta.
    Já não bastam os muitos anos em que este massacre dura; houve agora, finalmente, uma queixa. Demoram a aprender, mas aprendem. Lamentamos é a porca poluição entretanto produzida e que tudo conspurca à sua passagem.
    E essa outra “novidade”, em que a presidente da autarquia patrocina essa queixa a ela mesma, mas vestida de presidente da empresa que emana a poluição do rio, é de mestre.
    Lê-se, e não se acredita.
    Estamos onde? Vivemos onde?
    Não nos queiram tomar como parvos. Por favor.

  2. Anabela Freitas governa mal e tem muitos defeitos. Mas também tem qualidades. Uma delas é a esperteza, que a srª infelizmente confunde com inteligência, quando são bem diferentes no alcance. Recorrendo a essa capacidade, e apoquentada com o raio da poluição do Nabão, que nas circunstâncias atuais é imparável, viu luz. Vislumbrou que a justiça portuguesa é ainda mais lenta que os caracóis com reumático, e decidiu tirar partido desse fato. Apresentou queixa-crime contra incertos, sabedora que lá para daqui a dois ou três mandatos teremos eventualmente algum resultado. Com alguma sorte.
    Arranjou assim um excelente argumento, a usar na próxima campanha eleitoral, sempre que lhe perguntarem porque nada fez para defender o rio. Porque ela sabe muito bem quais as origens e quem são os culpados de tão graves crimes ambientais. Tudo não passa portanto de teatro político. Uma forma de comédia muito ao gosto dos portugueses. Faz que anda, mas não anda.

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