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Pessoal do centro de vacinação sem direito a refeição ao fim de semana

Antes das eleições autárquicas e na primeira fase da campanha de vacinação que decorreu no pavilhão Jácome Ratton, todos os profissionais e voluntários envolvidos na operação tinham direito a almoço. A refeição era fornecida diariamente por restaurantes da cidade como o S. Lourenço, a Marisqueira ou o Jardim, por exemplo.

Passaram-se as eleições autárquicas e desde que o centro de vacinação mudou para o pavilhão municipal, a câmara deixou de fornecer refeição a médicos, enfermeiros, auxiliares, administrativos e voluntários ao fim de semana. De semana é uma escola de Tomar que fornece a refeição.

Quem lá trabalha aos fins de semana nem sequer tem um micro-ondas para aquecer a refeição que leva de casa, sabendo-se que os profissionais não se podem ausentar.

Se até agora têm tido mais visibilidade as queixas dos utentes, sobretudo os idosos, também quem ali trabalha enfrenta problemas e dificuldades que os responsáveis deveriam resolver.

Nesta fase são administradas no pavilhão, a quem tenha mais de 65 anos, as vacinas contra a gripe e a Covid-19.

 

 

 

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