Há algumas semanas caíram para o passeio vários pedaços de pedra da varanda de um prédio situado na av. Cândido Madureira, ao lado do supermercado Meu Super, em Tomar.
Felizmente não ia a passar qualquer peão na altura da queda. É uma situação que se repete em vários locais da cidade, como por exemplo na av. Torres Pinheiro ou na estrada do Barreiro, em alguns casos, sem solução há vários anos.
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Os serviços de proteção civil limitam-se a colocar grades e fita sinalizadora do perigo.


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1 comentário
É uma consequência inevitável do “esquecimento” dos competentíssimos chefes da DGT-Tomar, que não obrigaram os autores do projeto nem a construtora a fixar a cornija oca com veios em aço inoxidável. O que se compreende, porque ficou mais barato e permitiu “lembranças”, sempre agradáveis para certos funcionários públicos, que não são servidores do Estado mas de si próprios. O problema é que os instalados veios em ferro, bem visíveis numa das fotos, acabaram por dilatar devido à humidade e subsequente ferrugem, o que provoca a fratura do calcáreo. Tem acontecido o mesmo noutros locais na cidade. Nomeadamente no revestimento exterior do parque de estacionamento T1, atrás da Câmara.
Desculpem lá mais este “murro no estômago”, mas não é possível estar de bem com Deus e com o Diabo ao mesmo tempo. Cá se fazem, cá se pagam.