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Menos bebés em Tomar

Desde o início do ano e até o final de setembro apenas foram registados 87 bebés em Tomar, segundo dados do Instituto dos Registos e do Notariado (IRN). Isto faz antever uma quebra significativa no índice de natalidade tendo em conta que em 2018 foram registados 236 bebés. Pela diferença de três meses nos dados estatísticos, percebe-se que há menos bebés em Tomar, concelho que tem quase metade dos registados em Abrantes ou Ourém.

 

Total de nascimentos por concelho em 2019 (até setembro)

Abrantes – 161

Alcanena – 40

Constância – 15

Entroncamento – 58

Ferreira do Zêzere – 23

Mação – 9

Ourém – 163

Sardoal – 8

Sertã – 23

Tomar – 87

Torres Novas – 82

Vila de Rei – 5

Vila Nova da Barquinha – 13

Golegã – 21

Chamusca – 25

Santarém – 338

Alpiarça – 11

Almeirim – 47

Alvaiázere – 10

Fonte: Instituto dos Registos e do Notariado (IRN)

Escrita por Redação

Comentários

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  1. O que, numa interpretação livre, mostra que os tomarenses já nem para fecundar servem. A não ser os eleitos, e mesmo assim só alguns e em sentido figurado. Estamos bem fecundados!
    Andou o mestre a dizer “amai-vos uns sobre os outros”, “crescei e multiplicai-vos” e afinal…é só conversa e ratas de sacristia imprestáveis.

  2. 87 bebes? 80 são de etnia cigana aposto. Já.não há garanhões como antigamente, agora está na moda ser gay e ainda se queixam que não há bebes

  3. Aqueles que estão na fase da vida prontos a constituir família não ficam em Tomar. Precisam de trabalho e de perspectivas de carreira para irem melhorando as suas condições de vida. Em Tomar as hipóteses de trabalho são cafés e hotelaria pelo ordenado mínimo toda a vida. Essa a razão dos números, que serão cada vez piores. Não há milagres mas sim migração populacional.

    • Não deve de ser só a questão dos empregos. Deve haver algo mais e de mais grave.
      É claro que os autarcas e outros lorpas/entendidos do costume vão dizer que é por causa de estarmos no interior. Fingem esquecer-se que Abrantes e Ourém estão praticamente na mesma situação geográfica, Abrantes não tem Convento de Cristo e Ourém nem tem ensino superior, e mesmo assim registaram o dobro dos nascimentos.
      Não haverá uma diferença grande de políticas e de autarcas? É bem capaz de haver. Os mamões e outros anestesiados é que não lhes convém ver e ainda menos agir em consequência. Até um dia. Há comezainas que acabam por provocar sérias indigestões. E às vezes até mortes súbitas.

    • Concordo consigo.
      Só não vê quem seja invisual ou não queira de todo ver.
      E não venham com a questão da interioridade. O problema é outro.
      As sucessivas maiorias camarárias, com destaque para a actual, têm vindo a ENFEITAR a cidade. A fazer só as obras que se vêem. Para encher o olho ao eleitor. Mesmo sem grande utilidade.
      Como aquelas raparigas novas que, por falta de recursos e de miolos, gastam o dinheiro em cabeleireiros, cosméticos e roupa exterior, mas andam com as cuecas rotas, os soutiãs a precisar de reforma urgente.e os sapatos a meter água.
      O problema é que, no caso das cidades, quando os eleitores verificam que os seus impostos estão a ser mal gastos e as condições de vida a piorar, VOTAM COM OS PÉS. VÃO-SE EMBORA. Ficam só os reformados que, pela ordem natural das coisas, já deixaram o sexo reprodutivo. Estão agora na fase do sexo recreativo…cada vez mais espaçado.

      • A Câmara é um problema, concordo.
        Mas também sou dos que pensa que o grande problema vem das opções politicas do poder central(Governo) e do muito elevado endividamento da Nação que impedirá nos próximos 20 anos ou mais politicas de expansão económica(redução acentuada dos impostos- IRS;IRC; IVA entre outros)…. E a juntar teremos o problema na baixa natalidade e o rápido envelhecimento da população, que irá provocar aumento da despesa por um lado e pelo outro diminuição da receita….

        • Tem razão. Mas olhe que, mesmo em condições adversas, que são praticamente iguais para todas, várias câmaras vão conseguindo que os seus concelhos continuem a progredir. O caso mais próximo é Ourém, mas aí os arautos locais que há, tipo Pompeu, vão dizer uma vez mais que é por causa de Fátima. Por conseguinte, será melhor mencionar a Covilhã, cuja actual Universidade da Beira Interior foi fundada como politécnico no mesmo dia do de Tomar. Ou Elvas, perdida no fundo do Alentejo.
          Repito: O grande problema local, que se está a revelar um doença muito debilitante é a mania do cabotinismo ou exibicionismo. Obras que custam milhões só para enfeitar, desfiles, cortejos e procissões que não dão qualquer receita, passeios, comezainas bem regadas e outros eventos, onde se gastam dezenas de milhares de euros para tentar comprar umas centenas de votos.
          É este conjunto de parvoices que nos vai arrastando para a penúria e a irrelevância.
          As políticas chupistas do actual governo, fortemente agressivas para quem queira investir, completam o ramalhete.

  4. Não podia ter sido melhor dito! A câmara não aposta não deixa entrar cultura na cidade. Não há nenhum espaço que dê interesse às camadas mais jovens e os faça querer permanecer na cidade. Não há nenhum sítio onde se possa assístir a um concerto ou se veja uma exposição diferente do normal, esta cidade está estagnada no tempo no que toca à cultura, assin sendo, como é que esperam que os jovens mantenham interesse na cidade e haja uma retenção da população por aqui, mantendo-se este registo? Obviamente que a natalidade baixa. Muita gente daqui que conheço acabou por se ir embora. Basta olhar mais para o norte de Portugal que há N sítios que proporcionem o que aqui faz imensa falta!

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