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Câmara e PSD tomam posição sobre poluição no rio Nabão

Os recentes atentados ambientais no rio Nabão continuam a suscitar reações e críticas vindas de vários quadrantes.

O PSD Tomar emitiu um comunicado no qual considera “inaceitável” e “inconcebível” mais esta descarga poluente no nosso Rio Nabão. “É uma vergonha!”, denunciam os social-democratas, falando numa “impunidade consentida”.

A câmara de Tomar, que tem sido acusada de negligência e cumplicidade, resolver publicar uma “Carta Aberta em defesa do rio Nabão” dirigida ao Ministro do Ambiente, ao presidente da Agência Portuguesa do Ambiente e aos grupos parlamentares representados na Assembleia da República.

“Não podemos aceitar como tolerável, é que ao fim de tanto tempo (desde março de 2017), num percurso de rio que acaba por não ser assim tão vasto, e com episódios nestes meses de outono/inverno sempre mais frequentes – não tenha ainda sido possível fazer o que compete, a quem compete, na salvaguarda dos interesses públicos, ou que sequer ao município e à comunidade tenha sido dado eco de alguma diligência minimamente indicadora de uma resolução”, lê-se na carta aberta.

 

Escrita por Redação

Comentários

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  1. Interessante a tomada de posição da Câmara, qual virgem ofendida, em carta aberta dirigida a este e aquela.
    É o que qualquer cidadão ou organização da soicedade civil pode fazer.
    Agora, a Câmara Municipal ao final de tantos anos em que este crime se manifesta, tem a coragem de emitir uma carta aberta? E quanrtas fechadas houve? Quais? Quando?
    A Câmara, eleita para defender os interesses dos cidadãos, esteve 2 anos para publicar uma carta aberta?
    E esteve à espera de quê, durante 2 anos? E nos anos antes desses 2, quando o rio já era frequentemente agredido, e utlizado como vazadouro?
    Que fez a Câmara, para lá de enviar oficios ou cartas a pedir soluções? Sentou-se, a aguardar pela proxima descarga…
    É para isto que serve uma Câmara? Qualquer repartição faria o mesmo.
    E agora? Mais um caso sem consequências?
    Andamos nós, cidadãos contribuintes, a pagar e sustentar a vida das Câmaras, das policias ambientais, dos ministros e dos secretarios de estado, das agencias e dos serviços dos ministerios. Pagamos viagens e deslocações, ajudas de custo e abonos, vencimentos e diuturnidades, e dão-nos o quê?
    M…a!

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