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Acrobacias com carros no Flecheiro (c/ vídeo)

Foi animada a tarde de sábado, dia 9 de maio, no Flecheiro em Tomar, onde reside a maior parte da comunidade cigana.

Alguns condutores realizaram acrobacias com carros aproveitando os montes de terra das obras da Várzea Grande que são usadas como rampas para as manobras, num espetáculo presenciado por dezenas de pessoas.

Em pleno estado de calamidade, não era suposto haver este tipo de atividade, nem aglomerações como as imagens mostram.

Os moradores queixam-se do barulho, sobretudo à noite, e do perigo que representam as acrobacias automóveis em plena via pública. Quase diariamente há carros a fazerem piões e a acelerarem na rua do Flecheiro, onde já se têm registado acidentes.

Vários vídeos foram partilhados nas redes sociais.

Escrita por Redação

Comentários

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    • Não seja inutilmente cruel e racista. Até porque , além do mais, não é prudente.
      Pelo caminho que as coisas levam, com a autarquia agindo como entidade promotora dos ciganos, e os tomarenses ainda residentes assistindo, impávidos e serenos, os ciganos são o futuro de Tomar. É ou não verdade que a população de Tomar está a diminuir de forma acelerada, mas a população cigana no concelho está a aumentar cada vez mais?
      A culpa destes disparates perigosos, porque podem provocar acidentes e porque violam o estado de calamidade, não é só nem sobretudo dos ciganos. É da câmara e das autoridades policiais, que já não conseguem sequer impor a ordem, tanto nestes casos de distúrbios, como nos pequenos roubos, que se tornaram prática corrente.
      A GNR e a PSP alegam em defesa própria que pouco ou nada podem fazer. Dizem estar praticamente “de mãos atadas”. Recebem e cumprem ordens, no país do manda quem pode, mas nem sempre obedece quem deve.
      Já a câmara é outra música. Por opção política, decidiu a maioria PS, na altura ainda liderada pelo malogrado Luís Ferreira, então alcunhado “Luís Mandanela”, quando afinal não mandava nada, resolver o problema dos ciganos em Tomar. O que está a ser feito da pior forma.
      Em vez de procurarem, EM SIMULTÂNEO, reduzir a comunidade mediante subsídios de partida, e facultando aos que ficassem alojamentos apenas nas condições de mercado para locatários de salário mínimo, procedendo entretanto ao desmantelamento de todo e qualquer acampamento não autorizado, pois não senhor. Vá de avançar com alojamentos reconstruídos de propósito para a comunidade, sem nenhuma garantia real de que os locatários venham a pagar a renda, ou sequer a luz e a água.
      Está-se mesmo a ver que, nestas condições, numa cidade em que não parque de campismo para turistas, mas há acampamento para ciganos, a população respectiva só pode aumentar cada vez mais. As boas notícias correm depressa e como a câmara não tem ainda qualquer projeto aprovado para o Flecheiro…
      Desgraças tomarenses.

      • Oooooooohhhhh! O inefável sr. Rebelo, a coberto do seu ridículo pseudónimo preferido, volta a debitar frases elegantuchas, certamente buriladas pelos seus estudos parisienses.
        Oooooohhhhh…

        • Não sei, nem quero saber, se o comentário é ou não da autoria que você lhe atribui. Nem sequer sei de quem se trata. O que sei, após leitura atenta, é que este seu rascunho é de uma parvoice a roçar a senilidade. É mesmo coisa de néscio que se ignora.
          “Inefável sr….” ? “Pseudónimo ridículo”, porquê? O seu é mais robusto? “Frases elegantuchas”? “Certamente buriladas”? “Estudos parisienses?” Onde foi você pescar semelhantes parvoices? No texto inicial não me parece que tenha sido.
          Face ao que li, trate mas é de ir ao psiquiatra quando puder, caso ainda não esteja devidamente medicado. Ou então, se já tem receita médica, corra a tomar os comprimidos, antes que seja tarde demais.
          A não ser que prefira uns “medicamentos” mais fortes, que lhe vão toldando a mioleira. Tenho a impressão que é bem capaz de ser o caso.
          E tome nota que não sou advogado defensor do tal senhor que menciona e que não tenho o gosto de conhecer. Sucede apenas e só que fiquei enojado com o seu comentário acriançado, sem qualquer relação com o conteúdo do texto a que julga responder. Assim a modos que para desviar a atenção do essencial. Querem ver que também anda a comer na mangedoura municipal ?!

  1. É isto……em tempos de pandemia…nesse local não existe confinamento, não existe distancia social…..mais do mesmo. Utilizar carros em acrobacias (provavelmente roubado) e depois é possível verificar a grande frota no flecheiro “audi e passat”…. o rendimento social de inserção deve ser bom para essa frota toda….mais as casas novas junto da GNR….eles é que estão bem e o resto da sociedade é que está mal….felizmente o primeiro ministro disse que estava tudo bem não existe nenhum problema…..enfim…

      • Afinal, parece que me enganei um bocadinho, na resposta mais acima, quanto às causas do seu óbvio comportamento bizarro ao nível da escrita. Mencionei aí os medicamentos e/ou o álcool.
        Afinal, sabendo que os ciganos do Flecheiro negoceiam em farinha, conforme está escrito neste seu apontamento, supostamente interrogativo, depreende-se sem grande dificuldade que você é cliente deles e tem o hábito de snifar regularmente umas linhas de branquinha. Por isso a sua cabeça está como está.
        Por isso foi tão rápido a tentar desacreditar o conteúdo do texto inicial, atribuindo-o a um autor pouco conhecido na praça.
        Não quer perder o fornecedor, é isso? Pronto. Não se enerve, mas não volte a escrever enormidades do mesmo estilo. Valeu?

    • Os pobres do concelho morrem a fome mas para estes há dinheiro…

      Projetos de recuperação de antigas escolas foram feitos com base na cultura cigana

      Palavras para quê a Câmara nem com a pandemia pôs a água a metade dp preco para ajudar a população. Entre outras coisas como por exemplo já nem maternidade temos em Tomar mas vamos aumentar os nascimentos nos concelhos vizinhos para a estatística.

      Estamos bem tramados e a polícia nada faz para por ordem mas se for um cidadão comum e logo ….

  2. Se fosse só no flecheiro…. E no bairro 1º de Maio? Passam a assapar a noite toda, acordam e assustam os velhos… Das estradas, que estão degradadas, são arrancadas pedras da brita que se projetam contra portas, janelas e outras viaturas ali estacionadas.
    Os idosos e outros moradores, pessoas de bem, estão todos completamente dementes pela situação que a CMT causou ao colocar este tipo de indivíduos sem qualquer tipo de civismo junto de pessoas civilizadas…

  3. Eu penso que todos os Tomarenses mereciam uma explicação por parte da Câmara Municipal relativamente ao sucedido, não só porque existe uma clara diferenciação nos direitos concedidos a estes cidadãos, que não são facultados aos cidadãos comuns, mas também para explicar DEFINITIVAMENTE como pretende resolver este problema social que se assemelha cada vez mais a um “gueto privilegiado”!

  4. Vao buscar o Àndre Ventura faz falta em Tomar até na pista de corrida de dia e noite é vergonhoso não á uma autoridade faça nada e uma cidade templária para turistas

  5. Depois dizem que o André Ventura é que é racista!
    Estes fazem o que querem e consequências é zero! Aliás ai de quem disser mal! Porque vêm de lá Catarinas Martins desta vida falar do Quaresma e condenar quem apenas diz que as regras não sao iguais para todos! Enfim…. a hipocrisia no seu melhor

  6. Em tempos de pandemia, de confinamento e de distanciamento social neste local priveligiado imperam as suas próprias leis que mantem todos em segurança sem duvida!
    Houvessem mais Andres Venturas neste país!

  7. Tudo muito bom… O civismo dos respeitados cidadaos no Flecheiro e os subsquentes comentarios.

    Triste a educacao e civismo que se vive em Portugal… É mesmo necessário mudancas, radicais!

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