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Tiago Carrão promete “desmascarar” gestão socialista

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“A nossa terra precisa desesperadamente de uma mudança na governação. (…) É tempo do PSD voltar a governar Tomar”, disse Tiago Carrão, candidato à liderança do PSD local, cujas eleições estão marcadas para dia 26 de novembro.

A apresentação da sua candidatura, com casa cheia, teve lugar no dia 14, na sede da Sociedade Nabantina, com a presença de alguns dirigentes distritais e deputados.

“Tomar precisa do PSD, e nós aqui estaremos, preparados e determinados a salvar a nossa terra da estagnação que nos assombra, da desertificação que sentimos a cada dia que passa, da falta de ideias e de engenho para fazer mais e melhor”, afirmou o atual vereador do PSD.

Depois de fazer uma série de críticas à atual “gestão socialista avulsa”, prometeu “desmascarar as promessas por cumprir, as prioridades erradas e os objetivos adiados”.

Além do candidato, na sessão intervieram Patrícia Batalha Silva, Mandatária da Juventude, João Tenreiro, Mandatário da candidatura, e Lurdes Ferromau Fernandes, atual líder da estrutura concelhia e candidata a Presidente da Mesa da Assembleia de Militantes.

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Acompanham Tiago Carrão na lista para a Comissão Política de Secção, Ricardo Carlos e Ana Palmeiro Calado (Vice-Presidentes), José Figueiredo (Tesoureiro), Alexandre Horta (Secretário-Geral), José Ferreira e Paulo Melo (Secretário-Geral Adjuntos) e Joaquim Palricas (Coordenador Autárquico).

Tudo indica que não surja qualquer outra lista.

 

Lista candidata aos órgãos da secção do PSD de Tomar

Mandatário: João Tenreiro; Mandatária da Juventude: Patrícia Batalha Silva

Comissão Política de Secção

Presidente: Tiago Carrão; Vice-Presidentes: Ricardo Carlos e Ana Palmeiro Calado; Tesoureiro: José Figueiredo

Secretário-Geral: Alexandre Horta; Secretário-Geral Adjuntos: José Ferreira e Paulo Melo; Coordenador Autárquico: Joaquim Palricas

Vogais: António Pedro Costa, Cândida Aguilar, Carlos Rafael Pereira, Catarina Ferreira, Cristina Brito Alves, David Cascaes, Fátima Jacinto, Fernando Pereira, Isis Simas, Jorge Graça, Júlio Joaquim, Luís Honório, Luís Lopes, Mário Coelho, Miguel Rodrigues, Sandra Fernandes

Mesa da Assembleia de Militantes

Presidente: Lurdes Ferromau Fernandes; Vice-Presidente: Paulo Mendonça; Secretárias: Elizabeth Torres e Marisa Marques

Delegados à Assembleia Distrital de Santarém

João Luís Alves, Paulo Mendonça, Patrícia Batalha Silva, José Figueiredo, Júlio Joaquim, Joaquim Palricas,

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Carta Aberta aos Militantes do PSD

O Partido Social Democrata de Tomar tem eleições marcadas para o próximo dia 26 de novembro e sou candidato a Presidente da Comissão Política de Secção. Faço-o com sentido de missão, consciente da responsabilidade a que me proponho.

O amor que tenho pela nossa terra e o momento que vivemos exigem que diga “presente” a este grande desafio. Pelo PSD. Mas acima de tudo, por Tomar. Acredito estarem reunidas três condições essenciais para liderar este projeto: condições pessoais, condições políticas e a condição em que o nosso concelho se encontra. A nossa vida é marcada pelas decisões que tomamos. Pela capacidade de agarrar as oportunidades que se apresentam. Pela coragem de enfrentar os desafios que se colocam.

Como sabem, dediquei grande parte da minha vida ao nosso partido e ao nosso concelho. Na Juventude Social Democrata fui Presidente da JSD de Tomar, Presidente da JSD Distrital de Santarém e Vice-Presidente da Comissão Política Nacional. No nosso partido, integrei o Conselho Nacional e ao longo dos últimos 4 anos exerci funções como Vice-Presidente do PSD de Tomar e do PSD Distrital de Santarém.

Conheço bem os órgãos autárquicos do nosso concelho. De 2013 a 2017 estive na Assembleia Municipal de Tomar. Entre 2017 e 2021, liderei o PSD na Assembleia de Freguesia de S. João Baptista e Sta. Maria dos Olivais. E agora, desde 2021, como Vereador na Câmara Municipal de Tomar. Faço-o da única forma que o sei fazer: de acordo com as minhas convicções e os meus princípios. De forma genuína, com entrega e compromisso para com os nossos concidadãos. É assim que farei enquanto Presidente do Partido Social Democrata de Tomar.

A escolha que o nosso partido fará no dia 26 de novembro é determinante para o sucesso da preparação das próximas eleições autárquicas. Desengane-se quem pensar que ainda é cedo para falar de autárquicas, que ainda é cedo para manifestarmos essa ambição. As eleições autárquicas não se ganham em seis meses, ganham-se muito tempo antes. Todos sabemos disso.

Tomar precisa do PSD, e nós aqui estaremos, preparados e determinados a salvar a nossa terra da estagnação que nos assombra, da desertificação que sentimos a cada dia que passa, da falta de ideias e de engenho para fazer mais e melhor.

Quando anunciei esta candidatura à liderança do PSD de Tomar, prometi que hoje iria partilhar convosco o projeto e a equipa que proponho para o nosso partido, e as promessas são para se cumprir. A abordagem que proponho para os próximos 2 anos é a mesma que utilizo em todos os projetos pessoais, profissionais e políticos a que me dediquei ao longo da vida. Dar continuidade ao que se está a fazer bem, fazer ainda melhor se possível; corrigir o que está menos bem; e no final, sabermos que deixamos as coisas melhores do que as encontrámos.

O projeto que vos apresento hoje é de um PSD reforçado, dinâmico, agregador. Um PSD que é uma alternativa clara ao Partido Socialista.

Enquanto social-democratas, temos orgulho na nossa história, nos nossos autarcas, em como desenvolveram a nossa terra. E temos os olhos postos no futuro.

O PSD de Tomar está prestes a viver das maiores transições geracionais de sempre. Uma nova geração de protagonistas, com novas ideias e experiências de vida diferentes, mas com a ambição de sempre: liderar Tomar rumo ao crescimento e ao desenvolvimento.

Queremos um PSD interventivo no papel de Tomar na região e no País. Que não se demite de participar na discussão de temas supramunicipais e nacionais, como é o caso do novo Aeroporto, o possível encerramento da Maternidade de Abrantes, ou a nova linha ferroviária que ignora a nossa região. Um PSD de Tomar, líder na região e em colaboração com as estruturas do PSD vizinhas, em temas como a mobilidade, o ambiente, ou a revisão do Plano da Albufeira de Castelo do Bode. Um PSD de Tomar que trabalha ao lado da estrutura distrital e dos nossos deputados à Assembleia da República para defender as causas que mais importam aos tomarenses.

Queremos reafirmar o PSD como o partido das pessoas e das respostas para as necessidades reais e concretas. Compreendemos o descontentamento e o crescente distanciamento que tantos sentem face à classe política, mas não servirão de desculpa para a inconsequência da ação política. Pelo contrário, reforça o nosso caminho de proximidade, de conhecimento da realidade, de abertura do partido à sociedade civil e da produção de propostas de políticas públicas inovadoras e transformadoras.

Os militantes são uma das grandes forças do nosso PSD. A vossa presença por todo o território do nosso concelho é um fator determinante para a dinamização política, a interação com a sociedade e a mobilização eleitoral. A liderança do PSD de Tomar deve unir o partido, acarinhar a militância, galvanizar as melhores ideias e mobilizar os melhores quadros. Mas sem confundir unidade com unicidade de pensamento. A convergência estratégica em torno de uma causa comum não apaga a diversidade de pensamento tão característica do Partido Social Democrata. Pelo contrário, a força do nosso partido está precisamente no debate de ideias e no contributo da diversidade.

Uma palavra também aos nossos autarcas, pelo papel determinante que desempenham na implantação social e territorial do partido. São vocês, autarcas nas Assembleias de Freguesia, Presidentes de Junta de Freguesia e executivos, autarcas na Assembleia Municipal e Vereadores na Câmara Municipal que representam os nossos valores e as nossas causas em trabalho permanente de proximidade às populações que servimos.

As estruturas autónomas são também um elemento importante na vida do partido. A Juventude Social Democrata deve, na sua autonomia e irreverência, ser cada vez mais o grande polo de atração de jovens para a política e para a discussão dos temas que interessam à juventude, sem nunca esquecer a sua posição de consciência crítica do PSD.

A reforma interna que propomos para o PSD de Tomar passa também por abrir o partido à sociedade. Por alargar, facilitar e valorizar a participação daqueles que, não sendo militantes, mas revendo-nos nos nossos valores e propósitos, se disponibilizam para partilhar as suas ideias e contributos. O PSD de Tomar é um partido de portas abertas e vai procurar novos modelos de militância e de participação, adaptados aos tempos modernos. Os novos canais de comunicação, a especialização setorial e as tecnologias da informação são oportunidades de atração das novas gerações e daqueles que não se reveem no funcionamento tradicional dos partidos políticos.

Esta visão para o PSD de Tomar será concretizada através de um conjunto de propostas possíveis de agregar em 4 grandes áreas.

  • Criação do Conselho Estratégico Local. Um verdadeiro “think tank”, para produção de análises e propostas políticas nas diversas áreas setoriais, em estreita colaboração com a Comissão Política e autarcas. O objetivo é gerar o envolvimento de quadros dos vários setores da sociedade tomarense. Empresários, professores, associações, IPSS, estudantes, atletas, estrangeiros residentes no concelho e muitos outros. O vosso contributo conta, e nós queremos contar convosco.
  • Revolução na presença e interação física e digital do PSD com os militantes e os tomarenses. Recorrendo à digitalização, ao potencial das redes sociais e das ferramentas de partilha de informação, mas também reformulando o modelo da presença física. Procuraremos reunir em todas as freguesias, conjugando sessões temáticas com reuniões de trabalho e abertura ao público.
  • Implementação da Academia de Formação Política. Uma aposta nas pessoas, nos militantes, nos dirigentes, nos autarcas. Seremos o partido de referência em Tomar na qualificação dos nossos representantes, instituindo programas de formação em liderança, políticas públicas e autárquicas, onde constará uma Convenção Autárquica anual para formação e partilha de boas práticas e experiências.
  • Promover a Democracia Participativa. Alargar a base de apoio do partido através da criação de uma rede de apoiantes e voluntários que querem contribuir. Organizaremos conferências temáticas e assembleias descentralizadas, por forma a auscultar os militantes do PSD, mas também os tomarenses sobre os seus anseios, problemas e ideias para Tomar. Depois da pandemia que vivemos, é o momento de devolver a sede do partido aos militantes, a sede do PSD voltará a ser a porta de entrada para a social-democracia em Tomar.

É este o projeto que trazemos para o PSD de Tomar. Ambicioso e arrojado. É um projeto para cumprir, com a perseverança, a tenacidade e a competência que certamente reconhecerão na equipa que terei a honra de liderar.

A equipa que hoje apresentamos dá-me uma enorme confiança no sucesso da missão a que nos propomos. Gente capaz e motivada, envolvida na comunidade, com conhecimentos, experiências e sensibilidades diversas da vivência no nosso concelho. Não tenham dúvidas, com esta equipa teremos uma nova forma de estar, de pensar e de fazer política no PSD e em Tomar!

Permitam-me que me dirija, em particular, à equipa que me acompanhará nos próximos 2 anos. Minhas amigas e meus amigos. Tenho apenas uma coisa para vos oferecer: trabalho, muito trabalho. Mas, vai valer a pena. Pelo PSD, acima de tudo, por Tomar. Obrigado por confiarem em mim!

O dia de hoje é para vos falar do Partido Social Democrata. Mas não é possível fazê-lo sem falar também do nosso concelho. O Partido Socialista nada tem para oferecer a Tomar. Nenhuma transformação, nenhum crescimento, apenas mais da mesma continuidade na estagnação e na inércia.

A receita socialista para o futuro é a mesma de sempre, com as mesmas pessoas que nos últimos 10 anos desperdiçaram a sua oportunidade, e só poderá dar o mesmo triste resultado que temos tido até agora. Entretanto Portugal e o Mundo mudaram muito, e com eles, os problemas e os desafios. E o atraso de Tomar relativo à região e ao país que hoje está à vista de todos.

O Partido Socialista falhou com gerações de tomarenses. Falhou com as centenas que se viram forçadas a abandonar a terra que os viu nascer. Falhou com aqueles que empreendem e procuram abrir o seu negócio. Falhou com os mais jovens que procuram a sua primeira habitação. Falhou com as empresas que não têm espaço para se instalar. Falhou com as instituições sociais que enfrentam cada vez mais dificuldades.

Convenceram-se que este é o “caminho certo”, mas o divórcio entre as ideias e intenções socialistas e a realidade é a que todos conhecemos.

Basta de uma gestão socialista que não consegue acabar uma obra a tempo e horas e dentro do orçamento previsto. São trabalhos complementares em cima de trabalhos complementares, por erros de projeto e trabalhos a mais, responsabilidade da inoperância socialista. E os tomarenses pagam a fatura.

Basta de uma gestão municipal socialista que em vez de apostar na geração de riqueza local e investimento reprodutivo, gasta o dinheiro dos contribuintes no emprego público e autárquico e em atividades que não geram suficiente valor económico para que haja sustentabilidade financeira.

A palavra de ordem é gastar sem rumo. Se em tempo de vacas gordas, este despesismo poderia até passar despercebido, hoje, nas condições que vivemos, com a inflação em níveis elevados, os combustíveis em valores record, as famílias em dificuldades para pagar o crédito habitação, é incompreensível e, no mínimo, imoral que se gastem centenas de milhares de euros em festas e eventos.

Não tenho dúvidas que uma larga maioria dos tomarenses se sente defraudada com esta gestão socialista avulsa e anseiam, merecem, uma governação de quem sabe o que quer, para onde quer ir e como lá chegar. Muito mais há a dizer sobre a gestão municipal socialista, mas teremos muitas oportunidades ao longo dos próximos meses para desmascarar as promessas por cumprir, as prioridades erradas e os objetivos adiados.

É tempo do PSD voltar a governar Tomar. Não o digo por mim, por nós, ou pelo PSD. Digo-o, com total convicção, que a nossa terra precisa desesperadamente de uma mudança na governação, precisa de gente capaz, gente com visão, gente apaixonada e comprometida com Tomar.

Permitam-me ser muito claro convosco: este projeto que me proponho a liderar para o PSD tem um propósito maior. Vencermos as eleições autárquicas de 2025!

É por isso, caros militantes do PSD, que vos peço o vosso apoio para liderar o nosso partido. Com a certeza de que juntos conquistaremos a confiança dos tomarenses. Pelo PSD. Mas, acima de tudo, por Tomar!

Tiago Carrão

 

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3 comentários

  1. Para começar não devia fazer dos tomarenses que ainda por cá vivem idiotas. A desgraça de Tomar pode não ter começado mas consolidou-se nos mandatos psd com o sr. Paiva e seus seguidores.

  2. Oh sr. Carrão, você pensa que os Tomarenses têm a memória curta?
    Não seja idiota nem queira fazer dos Tomarenses, idiotas.
    Tomar merece bem melhor, e não és homem para isso…

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