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Queixas e lamentações com uma ou outra excepção

Hoje dei mais uma volta pela cidade. É quase uma desilusão. Tomar está cada vez mais ‘vazia’. O lixo demora a ser recolhido, a erva cresce por todo o lado, as ruas, em determinados locais, estão sujas como nunca. Há quarteirões com prédios devolutos, ao abandono.

Queixas e lamentações nas redes sociais multiplicam-se por causa da falta de limpeza nas ruas da cidade e também no concelho.  É uma constatação fácil de confirmar. Nas duas primeiras fotos, vemos o estado em que se encontra o espaço exterior junto aos abandonados sanitários na rua da Fábrica.

Mas, vá lá, nem tudo é negativo.

Para além das obras na rua da entrada sul da cidade e na Várzea Grande, salva-se uma ou outra excepção. A roda à entrada do Mouchão foi reparada, apresenta bom aspecto e está a funcionar quase como nova. O Mouchão está limpo, com a erva que substitui a relva cortada. O açude Real também está limpo.

Mas não vemos alguém na rua, aqui ou ali, a cuidar da manutenção como antigamente. Por exemplo, a rua Gregório Lopes, talvez a mais curta na cidade, não ‘vê’ uma vassoura há muito tempo. O lixo junto aos prédios é a prova disso. As ratazanas, de vez em quando, ‘passeiam’ por ali, lustrosas, sinal de que se alimentam bem… E a completar o ‘panorana’, regista-se perda de água num marco no topo sul da rua há uma semana.

                                                   Leitor devidamente identificado

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