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Tomar tem menos desempregados, segundo as estatísticas oficiais

De acordo com os dados do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), em dezembro de 2019 estavam inscritos 739 pessoas no Centro de Emprego de Tomar, números que se referem apenas a este concelho. O número de desempregados tem vindo a diminuir gradualmente. Em 2014 eram quase 2 mil.

Dos 739 atuais, 375 são mulheres e 364 homens. A maior parte dos desempregados está na faixa etária entre os 35 e os 54 anos.

Os sindicatos já têm denunciado a manipulação que o IEFP faz da estatística. Até porque não entram na contagem os desempregados que estão a frequentar cursos de formação ou em programas ocupacionais.

Vejamos a realidade do desemprego nos 21 concelhos do distrito de Santarém, segundo o IEFP (n.ºs de dezembro de 2019)
Abrantes – 1 451 desempregados
Alcanena – 194
Almeirim – 495
Alpiarça – 125
Benavente – 967
Cartaxo – 434
Chamusca – 193
Constância – 128
Coruche – 581
Entroncamento – 424
Ferreira do Zêzere – 125
Golegã – 75
Mação – 171
Ourém – 580
Rio Maior – 329
Salvaterra de Magos – 870
Santarém – 1.054
Sardoal – 139
Tomar – 739
Torres Novas – 637
Vila Nova da Barquinha – 128

Escrita por Redação

Comentários

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  1. Há menos desempregados ou há menos desempregados registados nos centros de emprego? Estes centros são dependentes duma entidade sinistra chamada IEFP que, tal como o INE, não passa duma ferramenta arregimentada pelo poder instituído para, através de manipulação de bases de dados, apresentar cenários favoráveis ao governo em funções e consequente propaganda política.
    Onde estão as fábricas para absorver essa gente despojada de meios de subsistência? Onde está o tecido industrial que produza valor acrescentado, e, por via disso, mais riqueza que catapulte a economia?

  2. Não há desemprego, não há emprego, não há empresas, não há fábricas, não há pessoas, não há nada.
    Mas o IEFP pinta a coisa como se esse tal “desemprego” baixo fosse obra dele.
    Quando na verdade, o único emprego que o IEFP promove é o dos que lá estão a coçar os ditos (ou as ditas).Uma vez um jornal nacional publicou um rol com os nomes dos tachos partidários. Logo à cabeça estava o IEFP cá de Tomar.
    Concretamente: aquilo faz o quê? Além de obrigar as pessoas a frequentar “cursos” de porcaria soba ameaça de lhes tirarem o subsídio para que descontaram.

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