
A empresa que trata do lixo e da reciclagem na nossa região, a RSTJ – Gestão de Tratamento de Resíduos, EIM, SA, com instalações na Chamusca, registou um prejuízo de 400.818,32 euros em 2022, segundo o relatório e contas.
Entre os 10 municípios que integram a antiga Resitejo, só quatro votaram a favor do documento (Chamusca, Golegã, Torres Novas e Ferreira do Zêzere). VN Barquinha e Entroncamento votaram contra. Santarém e Alcanena optaram pela abstenção. De Tomar e Constância não estavam presentes quaisquer representantes.
O saldo negativo vai obrigar a que cada câmara tenha de transferir 40.818,32 euros para a RSTJ, de modo a equilibrar as contas.
Na RSTJ trabalham cerca de 250 funcionários. A empresa intermunicipal tem contra si uma série de processos de contraordenação: 7 no IMT, 1 na ACT, 8 na IGAMAOT, 1 na APA e 3 na CCDRLVT.
Autarca de Santarém critica ordenado de 6 mil euros do diretor-geral da Resitejo
so um reparo 400 mil e diferente de 40.000….
Autor da noticia veja os números e altere o que está mal ou são 400.000 ou 40.000
por 1500 euros mês faço a revisão dos textos….
Pelos teus comentários ou não sabes ler ou não percebes o que lês, quanto mais fazer revisão.
Há cada lagartixa armada em jacaré…
peço desculpa professor…400.818,32 ≠ 40.818,32 ……..vocês não coseguem é passar sem meter um adjetivo ou dois nos vossos comentários….
A Resitejo foi montada não para não dar prejuízo, mas para dar albergue aos politiquilhos após os seus mandatos. Veja-se o caso Carrão. Por lá andou (ou ainda anda, não sei), “estacionado” num gabinete vazio, sentado à secretária em frente à um computador ligado(?) a ler o jornal do dia. Isto foi-me relatado por alguém que lá se deslocava no âmbito profissional.
O mesmo acontece com a Tejo Ambiente. Outra “empresa” inventada para dar tacho a futuros reformados da política local.
Em ambos os casos, essa gente não vai fazer nada de útil, e isso é tão previsível quanto a sua inoperância e inabilidade que agora demonstram, deixam adivinhar. “Comem” ordenados pouco menos que principescos, e coleccionam reformas muito “merecidas”.
É o ataque ao erário público…
Foram criadas para libertar os responsáveis das Camaras de problemas muito incómodos, como os cortes de abastecimento de água ou o saneamento imperfeito, ou as obras inacabadas ou mal acabadas, e, já agora, tem razão, para
albergar amigos e “sócios”.
Nós vamos pagando, e os presidentes de câmara vão folgando, ufanos (as) e contentes.
Pensam que são espertos.
…e pelo meio regalias e demais regabofe de que nunca se sabe e que no Relatório e Contas talvez apareçam disfarçados de “Despesas Confidenciais”.
Reina a incompetência e a má gestão na administração pública.
Mas como diz o outro, o povo tem aquilo que escolheu, agora só têm de se aguentar e pagar