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Quebra de alunos estrangeiros prejudica Politécnico

Entre as instituições de ensino superior, a quebra de estudantes internacionais por causa da pandemia de Covid-19 pode levar a um rombo nos seus cofres. O jornal Público de sexta feira, dia 12, publica um trabalho sobre o tema segundo o qual os alunos internacionais “valem 20 milhões no superior e covid-19 ameaça receita”,

No caso de Tomar, há 131 estudantes internacionais matriculados no politécnico no ano letivo 2019/2020.

Estes alunos pagam propinas de 1500 a 7000 euros e são “um recurso importante” para as instituições de ensino, refere aquele jornal.

Os politécnicos com mais estudantes internacionais (Bragança, Castelo Branco e Tomar) “podem perder 200 ou 300 mil euros de receita”, diz o presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP). Além do impacto direto nos orçamentos, estes estudantes ganharam um peso “bastante relevante” na economia, sobretudo no interior. Um estudo feito há três anos no Politécnico de Bragança mostrava que os estudantes internacionais da instituição gastaram mais de 12 milhões de euros anuais em Trás-os-Montes. Se forem tidos em conta os impactos indiretos, “chegamos facilmente a um valor global de 60 a 70 milhões de euros”, estima Pedro Dominguinhos. Uma quebra acentuada no número dos estudantes internacionais teria impacto não só para as instituições de ensino como para as próprias regiões.

 

Estudantes internacionais no ensino superior público (ano letivo 2019/2020)

Instituto Politécnico de Tomar – 131

Instituto Politécnico de Santarém – 74

Instituto Politécnico de Leiria – 146

Instituto Politécnico de Castelo Branco – 325

 

Alunos internacionais valem 20 milhões no superior e covid-19 ameaça receita

Escrita por Redação

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