Aqui ficam algumas novidades dos negócios e do pulsar da economia em Tomar:
– O supermercado Meu Super, situado na av. Cândido Madureira, esteve encerrado três dias para remodelação da loja. Reabriu no dia 8 de janeiro, “com um espaço melhor para si”, garante a gerência.
– Na praça da República, o espaço onde funciona o restaurante d’O Costume, está à venda através da agência Remax por 385 mil euros.
– A loja de tatuagens e piercings ThInk – Tattoo Shop & Body Piercing mudou da av. Cândido Madureira para a rua dos Moinhos no centro histórico de Tomar.
– O estabelecimento Água na Boca, que funcionava na rua dos Arcos, junto à praça de táxis, fechou. Continua a comercializar Comida a Peso para Fora no espaço junto ao pavilhão Jácome Ratton.
– Em vias de encerramento, a florista Jardim dos Templários que funciona na av. Ângela Tamagnini, está a vender todo o recheio com descontos em fase de liquidação total até ao fim de janeiro.
– No posto de combustível de Linhaceira foi inaugurado no dia 30 de novembro o café e pastelaria “Ponto de Luz”
– O espaço onde funcionou a loja de armas e munições ThomarBráulio, na rua Lopo Dias de Sousa, está para arrendar através da imobiliária Brites Houses.
– Em Alviobeira encerrou a para-farmácia Soeiro.
– Na mesma localidade também fechou o café e restaurante Galão, mas vai reabrir dia 2 fevereiro com nova gerência
– No Torreshopping, em Torres Novas, anuncia-se para breve a abertura de um restaurante de francesinhas da marca Camada GO, no 2º piso.
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2 comentários
Engraçado como, desde que este novo executivo camarário tomou posse, não houve uma notícia de que a autarquia pudesse fazer mais ou resolver problemas. Este Blog de opinião, que não passa disso, deixa cada vez mais a desejar! De momento, opina mais sobre concelhos vizinhos ou mais, do que ser jornalísticamente verdadeiro e correto com o Município de Tomar e seus Munícipes. A ética não existe, seja de que forma for, neste sítio alaranjado e com tendências depressivas!
Tomar, o meu eterno berço, é uma cidade extraordinária, rica em história, identidade e potencial, um lugar que continua a encantar quem a visita. No entanto, continua como quando a tive de deixar há duas décadas atrás, permanece evidente a fragilidade do tecido empresarial e a dificuldade em afirmar um dinamismo económico à altura do seu património e das suas gentes.
Esta constatação não deve ser lida como resignação, mas como apelo à reflexão coletiva, à iniciativa e à responsabilidade partilhada de quem vive, trabalha e decide sobre o futuro da cidade.
Como escreveu Fernando Lopes Graça, “Acordai, acordai, homens que dormis”, um chamamento que continua atual, um convite a despertar vontades, a romper silêncios estéreis e a fazer germinar, a partir da raiz, novas ideias, novos projetos e novas oportunidades.
Tomar merece esse despertar, merece que a sua memória inspire ação e que o seu potencial se traduza num futuro mais vivo, mais justo e mais próspero.