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Veja como vai ficar a zona atrás do centro comercial Templários

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A câmara de Tomar aprovou no dia 2 o plano para a chamada UOPG* 6, espaço que vai desde as traseiras do centro comercial Templários até à praceta do Bonjardim e à rua da Fábrica, uma área superior a 7 hectares.

Atualmente no local estão alguns edifícios em ruínas, outros em mau estado de conservação e anexos clandestinos.

Do projeto aprovado, conclui-se que está prevista a demolição do casarão junto à praceta do Bonjardim (foto em baixo) e de outro edifício que ardeu em 2014, bem como a construção de prédios nos terrenos atrás do centro comercial.

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Escrita por Redação

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Comentários

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  1. Só vejo é retirada e perda de estacionamento automóvel na zona. Já há pouco, e menos vai ficar. Onde colocam a sua viatura os residentes? 90% ou mais do edificado não tem garagens.

    A isso somam-se 2 crimes urbanísticos de demolição de edifícios emblemáticos, de uma arquitectura que já não se faz, para dar lugar a mais mamarrachos, onde vai residir mais gente, e, lá está, com menos estacionamento.

    Nada contra espaços verdes, aliás bastante a favor, mas não é assim que se atrai ou fixa pessoas na cidade. Há que criar condições para tal.

  2. Tudo muito bonito quando no papel.
    Na práctica é um projecto que nem daqui a 30 anos terá pernas para andar.
    Não estou a ver Tomar com desenvolvimento económico para poder gerar esta quantidade de novos prédios.
    Com a quase total ausência de industria, a deslocalização dos jovens para outras paragens a partir do momento em que acabam o secundário, devido à escassez de oferta de trabalho, Tomar é uma cidade com um futuro sombrio, embora o poder politico vigente o pinte de cor-de-rosa.
    Não é o turismo por muito que cresça que irá gerar receita para tais investimentos….

  3. Tomar é uma terra cada vez mais pequena em termos de população, com uma parte da informação comprada, e a outra sem meios para investigar. Temos além disso um executivo cuja maioria não integra qualquer engenheiro ou arquitecto, (o que havia foi excluído em 2015, em condições ainda por conhecer na totalidade), e cuja oposição se tem mostrado do mais conformista que há, bem como uma estrutura técnica municipal que já demonstrou funcionar “em panelinha” e cujos interesses nem sempre coincidem com o bem comum.
    Com tal enquadramento, é óbvio que não surpreende que sejam comuns as “facadas” no Plano de urbanização do arquitecto Carlos Ramos e documentos globais posteriores, como o PDM ou Planos de pormenor, tudo em prol de objectivos em geral pouco confessáveis. Agora é esta UOPG6, mas outros virão. Antes das eleições, não vá acontecer uma imprevisível desgraça, dado que os votos só são contados após o encerramento das urnas, e nunca se sabe.
    Numa outra terra, com população mais interessada e interventiva, valeria a pena ousar ir mais longe, para tentar encontrar e expor na praça pública eventuais práticas condenáveis. Assim, sendo os tomarenses como bem sabemos, com ou sem pandemia, o melhor é ficar-se pela rama das coisas. Evitam-se problemas maiores e arranjam-se menos inimigos.
    Bom proveito a todos. Tanto aos que compram como aos que se vendem, como aos conformistas, como aos que continuam a dormir mesmo em pé. Ou que pelo menos imitam muito bem.

    • O certo e o errado, a boa ou a má decisão particularmente o ilegal e o ilegal não dependem da “outra terra, com população mais interessada e interventiva, valeria a pena ousar ir mais longe, para tentar encontrar e expor na praça pública eventuais práticas condenáveis”

      Seja aquele Tomarense que merece! por si e já agora pelos outros tomarenses que não merecem… pobrezinhos… Volte a fazer o que fazia em tempos, dê a boda aos pobres.

      Tomarenses Tomarenses… Esses seres tão diferentes do Homo sapiens sapiens.

      Do que eu me safei por ser Junceirense.

      • É a sua opinião, que tem exactamente o mesmo valor da minha. Com uma diferença: o sr. acha que, mesmo com esta população que temos, valia a pena ir mais longe na denúncia de certas práticas. Eu também já pensei assim em tempos. Depois lá consegui perceber que é trabalho em vão, porque sem apoio não se consegue ir longe.
        Nota-se também o seu agastamento em relação ao meu comentário. Porquê? O que escrevo não corresponde à realidade factual? Sou eu o culpado de que assim seja ou aconteça? Tenho a impressão que se enganou no alvo, se calhar por se sentir atingido. Como decerto se lembra os chapéus só servem a quem servem.

        • Não tenho condições para verificar ou validar o que quer que seja relativamente ao que pensa ser factual no mundo político da cidade, as lutas que considero importantes na minha vida são outras, não tenho “amigos” para defender nem “inimigos” para atacar, simplesmente não faço parte dessa realidade.
          Tenho sim, consideração por si e gosto mais quando aponta o caminho, do que quando aponta o dedo, tem potencial para dar mais frutos.
          É paradoxal , justificar a nossa falta de ação com a falta de ação dos outros… afinal quem são os outros? Também somos nós?
          Como diz a cantiga “agora não, que joga o Benfica e eu tenho mais que fazer”
          Fica o meu pensamento.

  4. Acho muito bem que se façam mudanças ali naquela zona central da cidade, que está bem ao abandono. Quanto a edifícios com arquitectura antiga, sinceramente, creio que ninguém pega naquilo, e que para reconstruir, tinha que se deitar tudo abaixo para deixar num conforto habitacional da actualidade. Se há gente na cidade ou não para habitar os novos edifícios, sempre haverá. Fica a dúvida quando as obras serão implementadas.

    Acho curioso uma farmácia que se mudou de um local movimentado para aquela zona meio parada, e que parece que o edifício será para desaparecer.

    • Caro José Manuel, este seu comentário é tipicamente tomarense. Acha muito bem acabar com o abandono, não respeita o património, tem a certeza que sempre haverá população para habitar os imóveis, só não sabe é quando e tem dúvidas quanto à conclusão do agora proposto.
      Depois lá vem um sopro de crítico ao achar curioso um estranho caso de mudança de instalações, para um sítio que afinal vai mudar. A menos que entretanto apareça uma nova revisão do plano de pormenor. Não seria caso virgem.

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