A greve dos trabalhadores dos Registos e Notariado está a afetar os serviços no Registo Civil de Tomar onde apenas uma funcionária está a trabalhar.
À porta mais de uma dezena de pessoas espera pela sua vez para serem atendidas. A meio da manhã já não há senhas para atendimento e à tarde os assuntos são tratados só por marcação.
Mesma sem ser em situação de greve, a falta de funcionários nestes serviços é um problema crónico, levando a que muitos cidadãos de Tomar tenham de recorrer, por exemplo, à loja do cidadão de Vila Nova da Barquinha.
Esta semana repete-se o cenário de agosto de 2025: uma funcionária, um agente da polícia e um vigilante.
De acordo com os dados recolhidos pelo Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e do Notariado (STRN), a adesão real à greve situou‑se nos 82% no continente, 95% nos Açores e 92% na Madeira, valores confirmados por equipas que visitaram conservatórias em todo o país.
Já o Ministério da Justiça aponta como percentagem de serviços encerrados para 51,2% no Continente, 100% nos Açores e 66,6% na Madeira.
Na região, sabemos que a greve obrigou ao encerramento do registo civil em Ferreira do Zêzere e da loja do Cidadão em Vila Nova da Barquinha.
Notícia de agosto de 2025:
Registo civil de Tomar: uma funcionária, um polícia e um vigilante





