
O Instituto Politécnico de Tomar (IPT) tem este ano 1.444 alunos inscritos pela primeira vez e mais 86 alunos que regressaram agora, após ausência em anos anteriores, garante José Júlio Filipe, administrador do IPT e responsável pelo aceso à informação.
Os primeiros números avançados por Nuno Madeira, vice-presidente do IPT, durante a receção aos alunos, apontavam para 1200 novos alunos até ao final de outubro. O responsável garantia que este era o ano em que se batia o recorde de novos alunos.
Em comunicado emitido esta semana, o IPT revela que “contabiliza, até ao momento, 1444 novas matrículas, 1º ano 1ª vez, no ano letivo 2023/2024, com 553 matrículas em Licenciaturas (vagas das três fases do concurso nacional de acesso e concursos especiais – M23, titulares de CTesPs, vias profissionalizantes e estudantes internacionais), 415 matrículas em CTeSP (Cursos Técnicos Superiores Profissionais), 166 matrículas em cursos de Mestrado e Pós-Graduações e 310 matrículas em Formação Livre (Erasmus, Microcredenciações, Cursos não conferentes de grau e Competências Transversais). Se juntarmos a estes números, 86 reingressos, o Politécnico de Tomar tem 1530 novas matrículas”.
As matrículas nas licenciaturas representam, em 2023/2024, um aumento de 7% em relação ao ano anterior e um aumento de 20% em relação ao ano letivo de 2018/2019, realça o IPT, fazendo notar que “estes números não são definitivos, pois ainda se encontram a decorrer matrículas em cursos de Mestrado e de Pós-Graduação”.
Para os responsáveis do IPT, “estes resultados espelham a dedicação do corpo docente e não docente, atuais e antigos estudantes, parceiros institucionais e empresariais, que sempre colaboram com a Instituição envolvendo-se em projetos conjuntos. São, também, fruto de um trabalho organizado e estruturado de todos os dirigentes e membros dos órgãos do IPT, que desde o momento da sua criação sempre se alinharam por um mesmo fio condutor adequado, em cada momento, às conjunturas que se viviam”.
Pelos vistos o dr. Júlio tem mais um cargo:
responsável pelo “aceso à informação”. Será que a informação estava apagada? Já o eufórico vice presidente diz na Hertz que o bom resultado é devido a “três visionários”, sendo por certo o próprio um deles; um pouco mais talvez se ache o Steve Jobs nabantino! A realidade é o que é: o IPT tinha obrigação de ser um dos 5 maiores politécnicos como já foi, além de Lisboa, Porto e Coimbra, e agora é o mais pequeno, com menos vagas abertas e menos candidatos.