O primeiro e único Provedor do Munícipe que a câmara de Tomar teve até agora morreu no início do ano e desde então não foi nomeado o seu substituto.
José Manuel Fortunato Pereira (Zeca Pereira), antigo presidente da Assembleia Municipal de Tomar, morreu no 4 de janeiro de 2026, aos 77 anos. Desempenhava as funções de Provedor do Munícipe desde junho de 2023.
Perante o vazio deixado, compete agora ao presidente da câmara propor um nome para o cargo que depois tem de ser aprovado pela câmara e pela assembleia municipal.
Para se ser provedor do munícipe tem de se residir e estar recenseado no concelho de Tomar há, pelo menos, 15 anos, ser uma individualidade de reconhecido mérito e não pode ser autarca nem ter qualquer ligação profissional ou económica aos serviços municipais.
A principal missão do provedor do munícipe é “a defesa e promoção dos direitos, garantias e interesses legítimos dos munícipes” junto dos órgãos e serviços municipais
“O provedor do munícipe exerce a sua atividade com independência e imparcialidade face aos órgãos municipais”, lê-se no regulamento.
Morreu Zeca Pereira, Provedor do Munícipe e ex-presidente da Assembleia Municipal


4 comentários
O Municipio nao precisa de mais fait-divers, mas sim de quem trabalhe em beneficio do Concelho.
Já lá tem politicos que cheguem, nao precisa de mais.
ja tem la muito comilão.
Não sei esse tal “provedor” fez, ou faz, ou pode fazer seja o que for..
Enquanto vigorou não se lhe conhece nada feito.
Mas agora que o PS já está a ser investigado, vale a pena pensar no assunto.
Toda a gente sabe que o PS funcionou como uma “central de compras” para as autarquias PS.
Aproveitando, quando era possível, a fasquia dos “ajustes directos”, era do Largo do Rato que vinham as principais recomendações para certos ajustes e aquisições.
Em Tomar também houve pelo menos um caso. Pelo menos é o que se fala.
Um tal André Camponês, um antropólogo de terceira categoria, andou por cá a a abotoar-se com uns contratozinhos no âmbito da dita Cultura. A Filipa então andava embevecida com a criatura.
O cavalheiro demonstrou bastas vezes a sua profunda ignorância relativamente à história e à cultura do concelho.. Mas isso não era critério.
Primeiro porque essa tal Filipa, mais a anterior Anabela, mais o puto de barbicha que lhe seguiu, sabem tanto de cultura como eu de lagares de azeite. (é mentira: eu sei muito mais).
Segundo, porque nem precisavam de saber. Bastava, como bastou, uma recomendaçãozinha vinda da “central”
Será que a PJ chega a esta perninha do polvo?
“La piovra” faz falta em Tomar/Portugal um Corrado Cattani