Contrariamente ao que fora divulgado nos media pelo MAI – Ministério da Administração Interna aquando dos dramáticos incêndios de Pedrógão Grande em 2017, sobre “árvores e mato à beira das estradas”, ou “criação de faixas de contenção de incêndios à beira das estradas”, afinal as vias rodoviárias do país continuam com árvores quase, ou mesmo junto às referidas bermas.
A imagem em anexo – um exemplo entre muitos – captada da cadeia televisiva SIC durante um direto, mostra à direita a estrada sem vegetação próxima da berma (parece até haver um desnível de terreno…), mas observando o lado esquerdo do ecrã, é percetível o arvoredo que para ali vai, mesmo colado à estrada.
(a título de exemplo, um cidadão da Zona Centro que vá de Tomar a Coimbra por Estrada Nacional, verificará esta situação várias vezes…)
Então, terrenos públicos ou privados, não era para ser tudo “rapado” junto às bermas no espaço de uns bons metros…? Foi o que foi dito em 2017.
Se as árvores tombarem para a via, seja por incêndios, tempestades Kristin de má memória ou outra razão qualquer, como passarão depois autoridades, bombeiros, ambulâncias, cidadãos em fuga…? Como se combaterão os sinistros…? Como se socorrerão as pessoas…?
(anónimo)


