A nova residência de estudantes do Instituto Politécnico de Tomar, na av. Cândido Madureira, perto da rotunda do tabuleiro, está concluída e vai abrir no próximo ano letivo, já em setembro.
Uma abertura que acontece com quase ano e meio de atraso, uma vez que as obras deveriam terminar em abril de 2025.
Segundo o presidente do IPT, João Coroado, este atraso deveu-se às características do edifício histórico, uma vez que o imóvel não reunia as condições de segurança sísmica atualmente exigidas, o que obrigou à realização de um profundo reforço estrutural.
Representa um investimento a rondar os 3 milhões de euros dos quais 2,55 milhões financiados pelo Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior (PNAES), sendo a restante verba suportada pelo IPT.
A nova residência universitária dispõe de 68 camas em mais de 30 quartos distribuídos por três pisos. Inclui ainda cozinhas partilhadas, lavandaria, salas de convívio e espaços de estudo.
Vai contar diariamente com duas funcionárias responsáveis pela limpeza e manutenção.
Durante a noite, o edifício será monitorizado através de um sistema de videovigilância nas zonas comuns.
Nas duas residências existentes no campus de Tomar, o IPT dispõe de 256 camas às quais se juntam 20 camas, disponibilizadas através de um protocolo com a Santa Casa da Misericórdia de Tomar no antigo CAT, junto ao lar de S. José.
Em Abrantes, onde funciona a Escola Superior de Tecnologia está na fase final de construção uma residência de estudantes com 57 camas, da responsabilidade do Município.

Obras da nova residência para estudantes do IPT estão atrasadas

