Já é conhecida a identidade da vítima mortal do aparatoso despiste de um miniautocarro dos Transportes urbanos de Tomar (TUT) contra a fachada nascente do hospital de Tomar por volta das 14h38 desta terça feira, dia 4.
Maria de Fátima Rato Henriques da Costa tinha 64 anos, era viúva, trabalhava para uma empresa externa responsável pela limpeza do hospital, e residia no bairro 1º de maio em Tomar.
Tinha como atividade de lazer passear nos autocarros dos TUT durante todo o dia pela cidade. Quem a conhecia diz que “adorava andar de TUT”. Ironia do destino, perdeu a vida a fazer aquilo que mais gostava.
A viatura entrou descontrolada, em sentido contrário, na zona próxima da entrada das visitas do hospital e caiu numa espécie de vala.
No seu interior seguiam três passageiros, mulheres de 52, 64 e 70 anos, além do motorista, que conseguiu sair da viatura pelo seu próprio pé, sendo considerado ferido ligeiro.
Além da vítima mortal de 64 anos há a registar dois feridos graves, um dos quais com fraturas nas pernas e nos braços, que foram transportados para o hospital de Abrantes, mas que se encontram estáveis e fora de perigo.
O acidente despertou as atenções da comunicação social nacional. Os canais de televisão fizeram diretos do local e acompanharam as operações de socorro.
A vítima mortal era viúva de Dalberto Freitas Trindade da Costa, conhecido por Campanera, uma carismática figura tomarense que morreu em fevereiro de 2024.
Era mãe de seis filhos, família a quem apresentamos sentidas condolências.
Só depois da autópsia é que serão marcadas as cerimónas fúnebres.

Autocarro dos TUT despista-se contra hospital de Tomar e provoca um morto e três feridos

