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Câmara baixa açude do Flecheiro para esconder poluição

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A forma que a câmara de Tomar encontrou para disfarçar e ocultar as descargas poluentes de que o rio Nabão tem sido alvo nos últimos dias foi baixando o açude do Flecheiro. Desta forma a espuma castanha e mal cheirosa que se acumulava junto à ponte velha e à zona desportiva escoou pelo rio abaixo.

É visível agora o baixo nível das águas e ainda alguns vestígios da poluição.

O ambientalista Américo Costa continua a denunciar os atentados ambientais no rio Nabão.

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2 comentários

  1. Interessante a tomada de posição da Câmara, qual virgem ofendida, em carta aberta dirigida a este e aquela.
    É o que qualquer cidadão ou organização da soicedade civil pode fazer.
    Agora, a Câmara Municipal ao final de tantos anos em que este crime se manifesta, tem a coragem de emitir uma carta aberta? E quanrtas fechadas houve? Quais? Quando?
    A Câmara, eleita para defender os interesses dos cidadãos, esteve 2 anos para publicar uma carta aberta?
    E esteve à espera de quê, durante 2 anos? E nos anos antes desses 2, quando o rio já era frequentemente agredido, e utlizado como vazadouro?
    Que fez a Câmara, para lá de enviar oficios ou cartas a pedir soluções? Sentou-se, a aguardar pela proxima descarga…
    É para isto que serve uma Câmara? Qualquer repartição faria o mesmo.
    E agora? Mais um caso sem consequências?
    Andamos nós, cidadãos contribuintes, a pagar e sustentar a vida das Câmaras, das policias ambientais, dos ministros e dos secretarios de estado, das agencias e dos serviços dos ministerios. Pagamos viagens e deslocações, ajudas de custo e abonos, vencimentos e diuturnidades, e dão-nos o quê?
    M…a!

  2. Fazer fluir o caudal do rio mais depressa com o intuito de fazer desaparecer os vestígios de poluição é a mesma coisa que varrer o lixo para debaixo da carpete. Coisas de badalhocos. Neste caso há ainda a considerar a posição da câmara como um acto de cumplicidade para com os autores deste crime ambiental.

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