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Mosteiro da Batalha avança com obras de restauro, Convento de Cristo “em banho-maria”

Desde que foram terminadas as obras de restauro da Charola do Convento de Cristo, nunca mais houve qualquer intervenção de fundo com vista à conservação do monumento ou à melhoria das condições de visita.

Enquanto o Mosteiro da Batalha vai avançar com obras de recuperação dos claustros de D. João I e D. Afonso V no valor aproximado de 700 mil euros, o Convento de Cristo, apesar de várias promessas, continua sem qualquer intervenção.

Há vários anos que é anunciada uma nova entrada para os visitantes, com melhores condições, mas até agora não passou de uma promessa.

São vários os locais onde é necessário intervir. Apenas dois exemplos: o friso em pedra trabalhada sobre a nave manuelina, que ficou danificado após o tornado de 2010, continua tombado no chão à espera de ser restaurado e recolocado no sítio. O vitral de grandes dimensões também na nave manuelina, que ficou danificado em 2017 devido ao meu tempo, continua à espera que seja reposto no devido lugar. Por causa disto, os visitantes deixaram de poder aceder ao coro alto e ao terraço do claustro D. João III.

A estes problemas podemos juntar a falta de áudio-guias que continuam avariados há mais de um ano e a falta de iluminação da torre de menagem, sem que a direção do monumento se preocupe em resolver estes e outros problemas.

Depois temos a falta de sinalética, a necessidade de mais e melhores casas de banho, as acessibilidades para pessoas de mobilidade reduzida, a impossibilidade de compra de bilhetes online que podia evitar as longas filas sobretudo no verão, a abertura à visitação de espaços que se encontram fechados, entre outros problemas que parecem ser eternamente adiados.

 

Escrita por Redação

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