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Concerto dos Quinta do Bill deixou centenas fora da Várzea Grande

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São várias as críticas à câmara de Tomar pela forma como organizou o concerto dos Quinta do Bill na Várzea Grande, na noite de 4 de setembro.

Isto porque cerca de metade do recinto estava vazio, quando havia centenas de pessoas aglomeradas junto às grades na zona envolvente.

O espaço entre o padrão e o tribunal estava completamente vazio, cabendo ali mais umas centenas de lugares marcados e distanciados de modo a cumprir as normas. Resultado, os que não conseguiram bilhete aglomeraram-se junto às grades a uma grande distância do recinto, marcado por um forte aparato policial.

Houve também pessoas com bilhete que foram proibidas de entrar porque a organização deixou entrar outras para ocupar os lugares vagos depois das 21h40.

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Metade do recinto vazio e, lá ao fundo, atrás das grades, centenas de pessoas a tentar ver o concerto

“Mas que concerto mais infeliz e segregacionista. que experiência tão pesarosa esta de me ter motivado para ir ver a banda da nossa terra e ao chegar, constatar a absorta separação entre os felizardos sentados (dos bilhetes dados amiguinhos e os atentos locais compradores dos parcos restantes não oferecidos, 900 no total) e a restante população, igualmente fã da banda que tiveram de ver o concerto a uns hiperbolicos e irracionalmente higiénicos 250 metros de distância, atrás de cancelas incompreensivelmente postas depois do tribunal, quando poderiam ser postas tão seguramente a 25 metros das cadeiras, deixando assim os espectadores em pé se espalharem pela vasta área da VÁRZEA, que até é grande de nome e dimensão.

É mesmo triste ver organizado desta forma claramente discriminatoria, a banda não merecia ser parte de tal afronta eclética e criadora de separatismo municipal. Não se compreende de todo esta decisão organizacional, de ter a populaça igualmente fã da banda a milhas do palco e os felizardos dos bilhetes de conveniência em palanque imperatorial. Sinto-me triste por vir à terra que amo e ser tratado como cidadão de segunda classe.

Enfim, pior concerto dos Quinta do Bill certamente não haverá na longa história da banda”.

Guilherme Rosa

 

 

A lamentar a organização da lotação do público, uma minoria entra, o resto acumula-se por onde consegue e dentro do dito recinto, daria para muito mais, mesmo a cumprir as normas.

Dentro do recinto é responsabilidade da câmara apanhar Covid , fora nas ruas às centenas todos ao molho a tentar ver ,já não é…isto dito pelas “ meninas” do Turismo

Porque mesmo entrando, sou solidária com os que ficaram de fora….

Tomar no seu melhor

Sophia SDiniz

 

Sinceramente não percebo a lógica, vi concerto noutras cidades e só aqui vi este descalabro… A ideia foi isolar a Várzea toda só para quem tinha bilhete, o resto ficou ostracizado atrás das grades, isto não foi uma medida de segurança foi uma medida de segregação com quem não tinha bilhete…. E entenda-se que o bilhete era gratuito, foi apenas uma forma de marcar os lugares reservados…

Joel Gaspar

 

Parabéns aos sangue azul que conseguiram ver o concerto de perto. Os outros tiveram q deixar a lepra e a tuberculose a mais de 100m dos iluminados. Uma várzea que de grande só teve o vazio…. Até o som estava super recolhido, nem todos são merecedores, né!!!

Luís Nogueira

 

Grande concerto dos Quinta do Bill, só acho é que deviam vedar pelo rio ou pela encosta do castelo.. acho pouco, Tomar com o seu esplendor habituar

Joel Gaspar 

VG QB

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5 comentários

  1. Portanto foi um concerto privado para amigos e conhecidos.
    Ser forte com os fracos é o lema da gentinha que manda por aqui e dos seus assessores tudo gente “da nossa melhor sociedade”
    Esses se calhar estavam na primeira fila e a populaça que se f…lixe!

  2. Questão de fundo: para os que achavam que as obras da várzea serviriam para satisfazer necessidades diarias dos tomarenses, nomeadamente melhorar o estacionamento, ficam a saber que servirá é para espetáculo musical anual.

      1. Seja você quem for, tenha o bom senso de não insultar a inteligência do outros. A afirmação baseia-se em quê?!?! Simplesmente em tudo aquilo que tem sido dito pelas responsáveis por aquela barbaridade, que custou três milhões de euros, convém não esquecer.
        Se me permite, pergunta por pergunta, além de assim tentar insultar o senso comum, que outro ou outros objectivos visava este seu questionamento tosco?
        Faça favor de ter vergonha. Há coisas que não se escrevem mesmo assinando por baixo, quanto mais agora com nome de empréstimo.

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