Por Afonso Gonzaga Paládio Alguns leitores ainda se lembrarão decerto da celeuma causada, há uns tempos atrás, pela rodagem de parte do filme O homem que matou D. Quixote no Convento de Cristo. Acusaram nessa altura os responsáveis do filme de terem posto em perigo alguns sectores daquele monumento Património mundial, nomeadamente ao acenderem uma fogueira de grandes proporções no Claustro da Hospedaria, mesmo ao lado da fachada da Janela do capítulo. A resposta-defesa dos acusados foi pronta. Veio da própria direcção do monumento e de outros técnicos superiores da DGPC. Alegaram que não senhor, que tinham sido antes tomadas todas as precauções; que…
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