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Assembleia municipal debate futuro das escolas

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“Futuro da Educação em Tomar” é o tema da 1ª sessão temática da Assembleia Municipal de Tomar a realizar nesta terça feira, dia 14, a partir das 20.30 horas na biblioteca municipal.

Aberta ao público, a reunião promete acesa polémica uma vez que há opiniões divergentes entre os partidos, com a particularidade do diretor do agrupamento Templários, Paulo Macedo, ser deputado municipal da CDU.

Na primeira parte da reunião está prevista uma exposição sobre o tema, pela câmara municipal de Tomar e pela Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, seguindo-se o debate.

A discussão sobre o tema começou em abril quando foi anunciado, sem qualquer informação prévia à comunidade escolar, que a escola Infante D. Henrique (1° ciclo) iria encerrar.

Os pais manifestam-se contra, havendo uma petição com mais de 1.200 assinaturas e um abaixo assinado com mais umas centenas de assinaturas.

A semana passada, os autarcas da câmara e da assembleia visitaram as três escolas principais do agrupamento (Infante D. Henrique, Gualdim Pais e Santa Iria) para avaliar no terreno as condições dos estabelecimentos de ensino.

Durante a visita, a presidente da câmara Anabela Freitas exaltou-se com Paulo Macedo conforme deu conta a comunicação social convidada a acompanhar a visita (ver vídeo).

Entretanto, o PSD e o PS emitiram comunicados que podem ser lidos aqui e aqui

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2 comentários

  1. A Fábrica de paleio e armazém de ilusões, oficialmente Assembleia Municipal, resolveu mudar-se para a biblioteca municipal neste caso da educação. Se calhar prevendo o que se vai passar e procurando evitar a conspurcação dos Paços do Concelho. Não adianta. A merda que por aí vai é tanta que cheira mal em qualquer lado.
    Basta pensar que entre os ilustres membros parlamentares há quem já esteve na bancada PS e agora está na CDU, e vice-versa, bem como Laranjas que já foram Rosas e rosas que já foram laranjas. Para não falar dos CDS encapotados…
    Sobre o tema do debate, é uma falsa questão. Com cada vez menos casamentos, menos nascimentos, menos residentes e menos eleitores, é óbvio que a educação em Tomar não tem qualquer futuro. A menos que ainda a tempo resolvam debater a raiz do problema: a persistente crise tomarense, suas causas e possíveis remédios.
    Hipótese meramente teórica, uma vez que todos estão (ou parecem estar) satisfeitos com os subsídios, as festas, as passeatas, as comezainas, as discursatas e as obras só para ornamentar. E ninguém quer perder o seu lugarzito, mesmo modesto.
    Basta lembrar que nenhum dos 4 membros da maioria PS conseguirá manter o atual rendimento mensal quando um dia deixarem o poder. Nalguns casos, nem coisa que se pareça.
    Por conseguinte, conviria deixar-se de palhaçadas e habilidades à Costa, e arranjar coragem para debater os verdadeiros tomarenses.
    Basta de comédia! Que afinal é um dramalhão.

  2. Não sei se o Sepúlveda é daqui ou de Olhão. Seja de onde for, viu bem o nó da questão. Nas atuais circunstâncias, o futuro previsível da educação em Tomar vai passar forçosamente por cada vez mais salas de aula encerradas, escolas meio vazias, funcionários administrativos e professores a fazer de conta que estão ocupados. Como de resto já acontece nalguns casos, oportunamente silenciados, porque é sempre menos agradável aturar os filhos dos outros do que estar no descanso.
    É até bem possível que as convocatórias e a sessão temática do parlamento municipal de hote tenham com objetivo principal esse mesmo – ajudar a mudar alguma coisinha, para que tudo possa continuar na mesma. Ou seja: entreter o pessoal pagante, dando-lhe música nos intervalo dos subsídios, das medalhas, das comezainas, das festas e dos passeios à borla.
    Acordem tomarenses! bradaria o Lopes Graça, caso ainda fosse vivo. E seria aplaudido pela casta do café Paraiso, que Deus tem.

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