
Está a intrigar os tomarenses o misterioso desaparecimento da esfera armilar do pelourinho localizado no largo com o mesmo nome, junto ao jardim da Várzea Pequena. O objeto desapareceu há poucos dias e até ao momento não se sabe qual foi o seu destino.
A equipa do IPT que fez o restauro do monumento em 2017 está em regime de teletrabalho e nesta altura não fazem qualquer restauro. Da parte da câmara não houve qualquer informação sobre a eventual retirada do objeto.
Se se tratar de um furto, a câmara deve informar a Polícia Judiciária de modo a que se inicie uma investigação e a esfera passe a integrar a base de obras furtadas.
Caso alguém saiba de alguma informação, agradecemos a partilha.
Pensa-se que o pelourinho seja do séc. XVII e estaria localizado na praça da República antes de ser transferido para o atual local. Foi “construído com o objetivo de castigar e penalizar os criminosos”, lia-se no painel informativo que esteve afixado durante o restauro.
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Pelo que tenho lido nas notícias tomarenses, a PSP da cidade estará em total confinamento durante a noite e os vândalos à solta, em absoluta liberdade, a assaltar garagens e habitações, provavelmente a “desarmilar” o Pelourinho, e sabe-se lá mais o quê.
Não duvido nada que a ausência de patrulhamento pela PSP se deva apenas a falta de recursos humanos, mas lamento muito o estado de degradação a que chegou a cidade, a todos os níveis.
De que material é feita? Talvez ajude a localiza-la.
Sim, está confirmado que não há casos de COVID na PSP de Tomar nem na GNR. Têm estado a cumprir o confinamento á risca, não se vêm desde inícios de Abril.
è uma vergonha, numa cidade tão pequena não andarem pela cidade a pé a todas as horas do dia..
Preferem andar numa carrinha embaciada a olharem para os telemoveis, ou escondidos em cantos da cidade pela noite num carro patrulha onde niguem os vê..
O seu domínio da língua materna parece carecer algumas vezes de melhores dias. Nesta oportunidade até deu para rir. Presumo que a senhora Sílvia terá querido escrever “não se vêem desde inícios de Abril.” Mas o que lhe saiu é bem diferente. Quem lhe garante que os senhores agentes não se vêm desde inícios de Abril? Falou com as respetivas companheiras antes de comentar?
Ainda bem que o fausto tem acompanhado a telescola, está a fazer bem a muito analfabeto de meia idade..