O novo diretor nacional da PSP, superintendente-chefe Pedro Moura, que vai tomar posse nesta terça feira, dia 13 de outubro, é de Tomar.
Apesar de não ter nascido nesta cidade, aqui cresceu, estudou e foi escuteiro até seguir a carreira na PSP, mantendo sempre ligação a Tomar onde mantém a sua habitação.
É filho do Tenente Coronel Moura, antigo comandante do presídio de Tomar, e de Maria Emília de Moura, ambos dirigentes da Ordem Franciscana Secular em Tomar.
O superintendente Pedro Moura, de 59 anos, vai substituir Luís Carrilho na direção nacional da PSP. O atual diretor nacional deverá assumir as funções de oficial de ligação em Paris, sucedendo a Magina da Silva.
Natural de Almedina, no concelho de Coimbra, Pedro Moura tem um percurso profissional de mais de três décadas na Polícia de Segurança Pública
Depois de concluir o 4.º Curso de Formação de Oficiais de Polícia, a 30 de junho de 1992, Pedro Moura iniciou a sua atividade profissional como comandante da Esquadra de Abrantes, cargo que desempenhou durante vários anos na década de 90.
Posteriormente, passou pela Escola Prática de Polícia, em Torres Novas, onde desempenhou funções ligadas à formação policial, mantendo assim uma ligação profissional à região do Médio Tejo.
Ao longo da carreira, exerceu também funções no Comando Metropolitano do Porto, no Ministério da Administração Interna e em diferentes estruturas da Direção Nacional da PSP.
Entre os cargos desempenhados destacam-se a direção do Departamento de Armas e Explosivos, funções no Departamento de Operações e a chefia do gabinete do diretor nacional da PSP, sendo muitas vezes convidado para comentar casos relacionados com estas temáticas na televisão.
Desde junho de 2024, Pedro Moura ocupava o cargo de coordenador-geral da Unidade de Fronteiras e Estrangeiros, estrutura criada no âmbito da reorganização das competências de controlo de fronteiras e de cidadãos estrangeiros.
O futuro diretor nacional da PSP é formado em Ciências Policiais pela Escola Superior de Polícia e possui uma pós-graduação em Gestão Civil de Crises pelo Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna.
No currículo constam ainda diversas missões e representações internacionais, nomeadamente no âmbito da União Europeia e das Nações Unidas, além de várias condecorações e medalhas por serviços distintos.

