As duas mães de água do Aqueduto dos Pegões foram fechadas a cadeado, impedindo a passagem de pessoas no coroamento, uma zona que não tem qualquer proteção na maior parte do troço, com 30 metros de altura.
Uma medida de segurança que surge após o alerta do vereador José Delgado (PS) numa reunião da câmara de Tomar no final do ano 2025.
O autarca alertou para o estado de risco de colapso em que se encontra o monumento do séc. XVI que servia para levar água ao Convento de Cristo.
“Há risco iminente de colapso da estrutura”, alertou o autarca, engenheiro de profissão, especialista em reabilitação de edifícios e monumentos.
Na ocasião José Delgado defendeu que devia ser afixada no local uma placa a alertar os visitantes e a proibir a passagem, temendo que “um destes dias haverá um azar muito grande”.
Na sequência deste alerta, a câmara intercedeu junto do Ministério da Cultura para que tomassem medidas preventivas em relação àquele monumento. O Instituto do Património concordou, a junta de freguesia também, e a câmara colocou as correntes e cadeados.
E de uma forma radical, deixa de ser possível visitar a mãe de água principal do aqueduto porque foi colocada uma corrente e um cadeado na grade de ferro.
Na outra mãe de água, foi colocado um ferro e um cadeado na grade a impedir o acesso ao aqueduto.
Imagens como esta em que os turistas simulam estar presos na casa da água, que a Tuk Lovers tem partilhado, deixam de ser possíveis:
Aqueduto dos Pegões está em risco iminente de colapso, alerta autarca
Estado de conservação do aqueduto dos Pegões tema de reportagem da SIC
Câmara garante que não há risco iminente de colapso do aqueduto dos Pegões









